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Várzea Grande

Rosy Prado reforça diálogo com a PM por mais segurança no Distrito Industrial — Câmara Municipal

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Várzea Grande

A vereadora Rosy Prado (União Brasil) participou, nesta quinta-feira (2), de uma reunião institucional no Comando Regional II (CR2), sediado no 4º Batalhão da Polícia Militar, em Várzea Grande, para discutir ações voltadas ao fortalecimento da segurança pública no município.

Entre os principais assuntos debatidos esteve a proposta de implantação de uma Base da Polícia Militar no Distrito Industrial. A medida busca ampliar a presença das forças de segurança em uma das regiões mais importantes para a economia local, proporcionando mais tranquilidade aos trabalhadores, empresários e moradores.

Durante o encontro, a parlamentar destacou a importância da integração entre o Poder Legislativo e as instituições de segurança pública para identificar demandas e construir soluções que atendam às necessidades da população.

A reunião contou com a presença do novo comandante do Comando Regional II, coronel Ricardo Mendes, do comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Nogueira, além de integrantes do Estado-Maior da Polícia Militar de Mato Grosso.

Para Rosy Prado, o diálogo permanente com a Polícia Militar fortalece as políticas públicas de segurança e contribui para o desenvolvimento de iniciativas que promovam mais proteção, ordem e qualidade de vida para os várzea-grandenses. A vereadora reafirmou seu compromisso de continuar acompanhando as demandas do setor e apoiando ações que resultem em melhorias para a população.

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Várzea Grande

Documento de 2019 enfraquece críticas de Caio Cordeiro sobre expediente da Câmara

Nota oficial afirma que horário não foi criado pela atual gestão e que regulamentação ainda ampliou o funcionamento interno dos gabinetes.

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As críticas feitas pelo vereador Caio Cordeiro ao horário de funcionamento da Câmara Municipal de Várzea Grande colocaram em debate uma questão que, segundo documentos oficiais da própria Casa, não sofreu alteração na atual gestão.

Em nota de esclarecimento, a Câmara informou que o expediente das 7h às 13h está previsto na Portaria nº 57/2019, publicada há mais de seis anos. A normativa foi editada antes da atual Mesa Diretora e continua em vigor, sem mudanças em relação ao horário oficial de funcionamento e atendimento ao público.

Diante desse cenário, as declarações do parlamentar entram em conflito com a documentação oficial da própria Câmara. O debate, portanto, deixa de ser sobre uma suposta criação da atual gestão e passa a girar em torno da manutenção de uma norma administrativa que já existia desde 2019.

Embora o horário oficial tenha sido mantido, a regulamentação atualmente aplicada ampliou o funcionamento interno da Câmara. Conforme a própria instituição, a Portaria nº 57/2019 estabelecia apenas o expediente das 7h às 13h, sem prever o funcionamento dos gabinetes no período vespertino. A regulamentação em vigor passou a permitir que os vereadores utilizem seus gabinetes das 13h às 17h para atividades internas, sob a responsabilidade de cada parlamentar. Na avaliação da Mesa Diretora, a medida representa uma ampliação das atividades internas, sem alterar o horário oficial de atendimento ao público.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o vereador Caio Cordeiro costumava realizar atendimentos em seu gabinete até por volta das 21h. No entanto, a manutenção desse modelo de funcionamento é considerada inviável pela administração da Casa diante da estrutura atualmente disponível. A sede da Câmara possui mais de 4.700 metros quadrados de área construída, distribuídos em cinco blocos, e exige equipes de controle de acesso, segurança e apoio administrativo durante todo o período de funcionamento.

A justificativa apresentada pela Câmara é de que o horário regulamentado busca garantir a segurança e a integridade física de vereadores, servidores, visitantes e do patrimônio público, além de compatibilizar o funcionamento da instituição com o efetivo disponível para o controle de acesso e vigilância das dependências.

A Câmara sustenta ainda que a Portaria nº 57/2019 foi elaborada considerando aspectos relacionados à segurança institucional, ao controle de acesso e às características da sede do Legislativo. Entre os fatores apontados estão a dimensão do prédio, o número reduzido de servidores responsáveis pelo controle de entrada, o efetivo disponível da Guarda Municipal e a necessidade de reforçar a proteção das instalações.

Com isso, o foco da discussão passa a ser se a Portaria nº 57/2019 deve ou não ser alterada. Os documentos oficiais indicam que o horário criticado pelo vereador não foi instituído pela atual Mesa Diretora. Ao mesmo tempo, a Câmara sustenta que a regulamentação vigente ampliou o funcionamento interno dos gabinetes no período da tarde, algo que não estava previsto na norma original de 2019.

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