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Wizard by Pearson ensina inglês e espanhol do futebol

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O clima da principal competição entre seleções nacionais contagia o Brasil e o mundo. Tomada por essa energia, a Wizard by Pearson mapeou as principais expressões futebolísticas para ajudar os brasileiros a entenderem como o esporte é falado — e vivido — nos países-sede do torneio.

Muito além da gramática tradicional, a iniciativa mostra como o universo do futebol pode funcionar como uma porta de entrada para o aprendizado de idiomas, aproximando torcedores de novas expressões, sotaques e costumes que fazem parte da experiência global do campeonato.

A começar pelo próprio nome do esporte. Enquanto no Brasil e no México o tradicional ‘futebol/fútbol’ reina absoluto, nos Estados Unidos o esporte é chamado de ‘soccer’, afinal, ‘football’ por lá remete ao futebol americano. Mas as diferenças culturais vão muito além do básico.

A clássica ‘caneta’, por exemplo, vira ‘nutmeg’ em inglês, enquanto no espanhol mexicano é conhecida como ‘caño’. Já o famoso ‘chapeuzinho’ ganha versões como ‘sombrero’; e o tradicional ‘golaço’ pode ser comemorado como um ‘banger’, ‘screamer’ ou simplesmente um sonoro ‘¡golazo!’.

Segundo Juliana Vicençote, gerente pedagógica da Pearson, o futebol é uma oportunidade de impulsionar o aprendizado ao criar conexões naturais, aproximando o aluno (e torcedor) de situações reais e culturais.

“Quando o idioma aparece dentro de um contexto que a pessoa já gosta e acompanha, o conhecimento acontece de forma muito mais espontânea. O futebol tem expressões próprias, emoções, referências culturais e até formas diferentes de torcer em cada país. Isso torna o contato com o inglês e o espanhol muito mais leve, divertido e memorável”, afirma a executiva.

A especialista explica ainda que o grande evento esportivo tem ampliado o contato dos brasileiros com transmissões internacionais, redes sociais estrangeiras e experiências multiculturais ligadas aos jogos.

“Muita gente acompanha jogos com narração original, interage com torcedores de outros países ou até viaja para assistir às partidas. Conhecer essas expressões ajuda não só na comunicação, mas também na imersão cultural que um evento global como o campeonato proporciona”, completa Juliana.

Para entrar no clima do torneio internacional, a Wizard by Pearson reuniu algumas das expressões mais populares do futebol nos idiomas dos países-sede:

1. Lances e dribles:

Pedalada (finta): nos EUA, o drible imortalizado por craques brasileiros é o ‘stepover’. Mas no México nossa ‘pedalada’ é chamada de ‘bicicleta’.

Bicicleta: já que no México a ‘pedalada’ é ‘bicicleta’, o chute acrobático imortalizado por Pelé tem o nome de ‘chilena’. Em inglês, o termo literal é ‘bicycle kick’ ou ‘overhead kick’.

Caneta / Rolinho: o drible clássico em que um jogador passa a bola no meio das pernas do adversário e a domina logo atrás dele é chamado de ‘nutmeg’ (noz-moscada, gíria originada na Inglaterra vitoriana para descrever quando alguém era enganado em uma compra). No México, o jogador toma um ‘túnel’ ou um ‘caño’.

Chapeuzinho / Lençol: Já passar a bola por cima do adversário em inglês vira um ‘rainbow flick’ (efeito arco-íris, se for puxado com o calcanhar). No espanhol mexicano, é um clássico ‘sombrerito’.

2. A torcida na arquibancada

Vuvuzela: o instrumento mantém o nome original (‘vuvuzela’) tanto em inglês quanto em espanhol. Porém, nos EUA e Canadá, é comum ouvir o termo genérico ‘stadium horn’ ou ‘air horn’. No México, prepare-se para ouvir as ‘trompetas’ e as tradicionais ‘matracas’ (instrumentos de madeira que emitem um som seco e contínuo, muito popular nos estádios mexicanos).

Engolir um frango / mão de alface: quando o goleiro falha feio, nos EUA dizemos ‘butterfingers’ (que ele tem ‘dedos de manteiga’) ou cometeu um ‘howler’. No México, tomar um frango é fazer um grande urso: ‘osote’ ou ‘tragarse un gol’.

Golaço / na gaveta: aquele gol do meio da rua em inglês é um ‘screamer’ ou ‘banger’. Se a bola for no ângulo, os americanos chamam de ‘upper 90’ (referência ao ângulo de 90 graus da trave). No espanhol, é um sonoro ‘¡Golazo!’ na ‘Escuadra’.

Fazer cera (antijogo): a malandragem de atrasar a partida é conhecida nos EUA como ‘time-wasting’. No México, é ‘hacer tiempo’.

Carrinho: a jogada mais dura é o ‘slide tackle’ em inglês. No espanhol do México, é a ‘barrida’ (literalmente varrer o adversário).

Zebra: Quando o time pequeno ganha do grande, nos EUA acontece um ‘upset’. No México, é uma ‘sorpresa’ ou os times que são verdadeiros ‘rompequinielas’ (que quebram os bolões de apostas).

3. Dentro e fora de campo

Bater uma pelada: para arrumar um jogo amistoso com os locais, convide para um ‘pickup game’ (inglês) ou ‘echar una reta’ (espanhol).

Escanteio: ‘corner kick’ (inglês) / ‘Tiro de esquina’ (espanhol).

Falta: a infração é ‘foul’ e a cobrança é o ‘free kick’ (inglês). No México, é ‘falta’ ou ‘tiro libre’.

Pênalti: ‘penalty kick’ ou apenas a sigla “PK” (inglês) e ‘penal’ (espanhol).

Impedimento: ‘offside’ (inglês) e ‘fuera de lugar’ (espanhol).

Juiz: ‘referee’ ou ‘ref!’ (inglês) e ‘árbitro’ ou ‘colegiado’ (espanhol).

Artilheiro: ‘top scorer’ (inglês) e ‘goleador’ (espanhol).

Sobre a Pearson

Na Pearson, o propósito é simples: ajudar as pessoas a terem a vida que imaginam por meio do aprendizado. A empresa acredita que cada oportunidade de aprender é uma chance para avançar pessoalmente. É por isso que cerca de 18.000 dos funcionários estão comprometidos em criar experiências de aprendizado vibrantes e enriquecedoras, projetadas para causar impactos positivos na vida real. A Pearson é líder mundial em soluções de aprendizagem ao longo da vida, atendendo clientes em quase 200 países com conteúdo digital, avaliações, qualificações e dados. Para a companhia, “aprender não é apenas o que fazemos. É quem somos”.

Para mais informações, basta acessar pearsonplc.com.



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Os intercâmbios culturais entre a China e a Alemanha florescem

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CGTN publica um artigo destacando os ricos e diversos intercâmbios culturais entre a China e a Alemanha. O artigo analisa como os intercâmbios culturais estão aproximando as pessoas dos dois países e desenvolvendo a compreensão mútua e a amizade.

PEQUIM, Nov. 01, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Durante a visita de estado do presidente alemão Frank-Walter Steinmeier à China de 27 a 31 de outubro, Peng Liyuan, esposa do presidente chinês Xi Jinping, se reuniu com Elke Budenbender, esposa do presidente alemão, para uma recepção com chá em Pequim na sexta-feira.

Recordando sua viagem à Alemanha ao lado do presidente Xi em 2017, Peng falou com entusiasmo sobre a amizade entre os dois países e elogiou a dedicação de longa data de Budenbender à proteção dos direitos e interesses de mulheres e crianças.

As duas assistiram a um curta-metragem que destaca os vibrantes intercâmbios culturais e interpessoais entre os dois países.

Peng afirmou que os dois países compartilham de uma cooperação rica e diversificada em áreas como educação e cultura. Ela expressou a esperança de que os povos chinês e alemão mantenham seus intercâmbios frequentes, aprofundem o entendimento mútuo e criem laços de amizade mais estreitos.

Por sua vez, Budenbender agradeceu a Peng por sua calorosa recepção e elogiou as contribuições de Peng para os intercâmbios culturais e interpessoais entre os dois países. Ela disse que deseja contribuir para uma cooperação mais ampla em áreas relevantes e para uma amizade mais profunda entre os dois povos.

Intercâmbios culturais entre a China e a Alemanha

O intercâmbio cultural entre a China e a Alemanha se transformou em um tecido rico e interligado, formado por idioma, festivais, artes, turismo, educação e muito mais.

O Leibniz Confucius Institute de Hanôver organiza acampamentos de verão, programas remotos de parceiros linguísticos e concursos de oratória, atraindo um número crescente de estudantes alemães para a China. O Coral Chinês de Burg, com sede em Bonn, levou 80 estudantes e professores para Yunnan, onde cantaram ao redor de uma fogueira no Festival da Tocha Yi, aprenderam mais de 60 canções chinesas e vivenciaram a cultura local em primeira mão.

Os festivais e as artes levam o aprendizado de idiomas para uma experiência pública compartilhada. A Prefeitura Vermelha de Berlim sedia o baile “Feliz Ano Novo Chinês” há 12 anos consecutivos, com 300 convidados assistindo a danças, música folclórica e artes marciais. A feira do templo do Festival de Primavera de Frankfurt levou a dança Chaoshan Yingge e os tambores de cintura Ansai às ruas alemãs. Em Duisburg, o Festival da China combinou shows e exibições de filmes com tai chi e música pop eletrônica, enquanto uma exposição em Chengdu reuniu artistas alemães e chineses no mesmo contexto para explorar a tecnologia e a percepção.

Paralelamente, estão sendo cultivados vínculos turísticos. O roadshow de turismo cultural de Gansu em Berlim atraiu mais de 40 representantes do setor de viagens alemão, com um agente alemão já tendo organizado uma carreata de 38 motorhomes da Turquia para a China. A política de isenção de visto da China para cidadãos alemães, prorrogada até 2026, tornou as viagens em ambos os sentidos consideravelmente mais fáceis.

O intercâmbio não é simplesmente mais uma série de eventos isolados, e sim um ecossistema conectado – institucional, criativo e cotidiano – que dá um significado concreto a “rico e diversificado”.

Para mais informações, clique em: https://news.cgtn.com/news/2026-10-31/Tea-tunes-and-ties-China-Germany-cultural-exchanges-flourish-1RFI4qyVmwg/p.html

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Email: CGTN Digital cgtn@cgtn.com

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9867625)



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