Várzea Grande
leis de Gisa Barros incluem festas religiosas no calendário oficial de Várzea Grande — Câmara Municipal
Várzea Grande
A vereadora Gisa Barros (Podemos) teve duas leis de sua autoria sancionadas pela prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), e publicadas no Diário Oficial do Município na quarta-feira (17). As normas incluem oficialmente no Calendário de Festividades do município duas celebrações religiosas tradicionais que fazem parte da identidade cultural e da história das comunidades várzea-grandenses.
São Gonçalo: devoção e tradição no bairro Pirineu
A Lei nº 5.547/2026 institui no Calendário Oficial de Festividades de Várzea Grande a Festa de São Gonçalo, celebração realizada anualmente no bairro Pirineu. Conhecida pela forte devoção popular e pelo espírito comunitário que mobiliza moradores a cada edição, a festa ganha agora reconhecimento institucional que assegura sua permanência na memória oficial do município.
Nossa Senhora Aparecida e São Sebastião: fé que une a comunidade de Praia Grande
A Lei nº 5.543/2026 reconhece oficialmente a Festa de Nossa Senhora Aparecida e São Sebastião, promovida todos os anos na comunidade de Praia Grande. A celebração, marcada pela devoção mariana e pela união entre os moradores, passa a integrar formalmente o conjunto de festividades que compõem o patrimônio cultural de Várzea Grande, garantindo que essa expressão de fé seja preservada e valorizada pelas próximas gerações.
Um reconhecimento que vai além do calendário
Com a aprovação das duas leis, a vereadora Gisa Barros reafirma seu compromisso com a preservação das tradições culturais e religiosas do município. Para as comunidades do bairro Pirineu e de Praia Grande, o reconhecimento oficial representa muito mais do que uma data no calendário — é a confirmação de que suas tradições, sua fé e sua história fazem parte do patrimônio cultural de Várzea Grande.
Várzea Grande
Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara
Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).
A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.
A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.
A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.
De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.
Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.
Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.
Reconhecimento e respeito às mães atípicas
A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.
Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.
O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.
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