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SALA DA MULHER

Sala da Mulher da Câmara de Várzea Grande entra na fase final de acabamento e reforça compromisso com a valorização feminina

Publicado em

Várzea Grande

A Câmara Municipal de Várzea Grande está na fase final de acabamento da Sala da Mulher, um espaço que será destinado ao acolhimento, orientação e fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres do município.

A iniciativa representa mais um avanço do Legislativo Municipal na promoção da cidadania, oferecendo um ambiente preparado para receber mulheres que necessitem de apoio, informações e encaminhamento, especialmente em situações de violência, discriminação ou violação de direitos.

A Sala da Mulher será um órgão institucional da Câmara com atuação voltada ao acolhimento humanizado, escuta qualificada e orientação, além de servir como ponto de apoio para o encaminhamento às redes de proteção existentes no município.

Além desse trabalho, o espaço também desenvolverá projetos sociais, campanhas educativas, palestras, cursos de capacitação e ações solidárias, fortalecendo o protagonismo feminino e incentivando a participação das mulheres nas discussões e decisões da sociedade.

Outro objetivo da Sala da Mulher será acompanhar e incentivar políticas públicas voltadas à defesa dos direitos das mulheres, contribuindo para o combate à violência, à discriminação e às desigualdades de gênero.

O presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira, destacou a importância da iniciativa para o município.

“A Sala da Mulher vem ao encontro do respeito e da valorização das nossas mulheres guerreiras, que diariamente lutam pelos seus direitos e conquistam cada vez mais espaço na sociedade. Fico muito feliz em proporcionar mais esse avanço para o Legislativo Municipal, juntamente com os nobres vereadores, oferecendo um espaço de acolhimento, orientação e fortalecimento da cidadania feminina”, afirmou.

Com a conclusão da obra nos próximos dias, a expectativa é de que a Sala da Mulher passe a oferecer um atendimento humanizado e integrado, tornando-se referência no apoio às mulheres de Várzea Grande e reafirmando o compromisso da Câmara Municipal com a inclusão, a proteção e a valorização da população feminina.

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Várzea Grande

Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara

Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).

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A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.

A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.

A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.

De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.

Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.

Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.

Reconhecimento e respeito às mães atípicas

A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.

Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.

O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.

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