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Custom Paper prepara nova sede e mira exportação em 2027

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A Custom Paper prepara sua nova sede para apoiar a expansão no mercado brasileiro e a ampliação de seu portfólio de produtos. O planejamento também contempla o início da exportação para a América Latina em 2027, abrindo uma nova frente de negócios para a companhia. Com atuação no fornecimento de bobinas térmicas, etiquetas, adesivos e ribbons, a empresa busca ampliar as possibilidades de atendimento, mantendo a proximidade com os clientes e a regularidade do fornecimento.

A nova sede integra esse planejamento ao oferecer uma base para a evolução da operação e a organização das áreas. A proposta é acompanhar o crescimento comercial com uma estrutura preparada para as necessidades de fornecimento, o relacionamento com os clientes e a coordenação das equipes.

Para Evelin Jamarino, fundadora e CHRO da Custom Paper, a nova sede representa um avanço na organização do negócio e o reconhecimento de uma trajetória construída em conjunto. “A nova sede tem um significado especial para nós. Ela representa o trabalho das pessoas que ajudaram a construir a Custom Paper e a confiança de clientes e parceiros. Estamos preparando o futuro com a mesma responsabilidade que nos trouxe até aqui”, ressalta Evelin.

A preparação das equipes acompanha esse movimento. O desenvolvimento das lideranças, a integração entre as áreas e a clareza das responsabilidades ganham importância à medida que a operação se organiza para atender a um mercado mais amplo. O objetivo é fazer com que o time compreenda as mudanças e participe da execução dos próximos passos.

“Queremos que nosso time participe dessa construção e compreenda seu papel na próxima etapa. Vejo o crescimento como uma oportunidade de desenvolver talentos e fortalecer uma cultura de respeito, compromisso e colaboração”, destaca Evelin.

Mais opções de fornecimento no Brasil

A ampliação do portfólio busca atender a necessidades complementares dos clientes e criar oportunidades em diferentes segmentos. A seleção de produtos considerará suas aplicações, os requisitos de qualidade e a viabilidade econômica.

O avanço da oferta será acompanhado pelo alinhamento entre as áreas comercial e operacional. A intenção é conectar o que é oferecido ao cliente à disponibilidade de produtos e à programação do atendimento, preservando os compromissos assumidos em cada negociação.

“Nosso foco é alinhar capacidade operacional, produtividade e qualidade ao planejamento comercial. A ampliação do portfólio e a abertura de mercados precisam estar apoiadas em processos bem definidos e regularidade no fornecimento”, afirma Leonardo Souza, fundador e COO da Custom Paper.

Além dos produtos: soluções logísticas para os clientes

O próximo passo será ampliar a oferta de soluções logísticas associadas ao fornecimento dos produtos da Custom Paper. A proposta é ir além da venda, com serviços que incluem a preparação de kits e a organização dos produtos conforme as necessidades de abastecimento de cada cliente.

Os materiais serão preparados para seguir diretamente para a operação logística do cliente, de acordo com os requisitos de cada atendimento. O objetivo é simplificar o recebimento e a distribuição, reduzindo etapas de manuseio e preparação nas estruturas dos clientes.

“Queremos entregar mais do que produtos: uma solução de fornecimento que inclua a preparação de kits e materiais prontos para a logística do cliente. Isso simplifica o abastecimento e agrega eficiência à operação”, afirma  Leonardo Souza, fundador e COO da Custom Paper.

Exportação no horizonte de 2027

Em paralelo ao fortalecimento dos negócios no Brasil, a companhia se prepara para iniciar a exportação para a América Latina em 2027. Essa frente envolve a avaliação de oportunidades comerciais e das condições logísticas, documentais e operacionais necessárias ao atendimento internacional.

A entrada será gradual, considerando as particularidades de cada destino, a seleção de parceiros e a viabilidade das operações. O objetivo é construir relações comerciais duradouras e uma base de fornecimento que possa evoluir com consistência.

A experiência no atendimento ao mercado brasileiro será a base dessa preparação. A expansão internacional será conduzida em conjunto com a organização da operação no país, buscando alinhar novas oportunidades à capacidade de fornecimento da empresa.

Nova sede, desenvolvimento do time, portfólio ampliado e serviços logísticos aos clientes fazem parte de uma mesma agenda de crescimento, orientada por disciplina financeira e acompanhamento de resultados. Os próximos avanços serão divulgados nos canais oficiais da Custom Paper.



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Cartão físico de transporte cede lugar a Pix e celular

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O passageiro já usa o celular para comprar, fazer transferências e chamar um carro. No transporte público, porém, embarcar por muito tempo dependeu de uma etapa anterior: ter um cartão específico e lembrar que precisa carregá-lo. Essa lógica começa a mudar.

Cartões bancários por aproximação, Pix no momento do embarque e passagens vinculadas a contas digitais estão chegando às catracas. São tecnologias diferentes, mas apontam para a mesma transformação: a bilhetagem deixa de depender de um único cartão e passa a oferecer mais formas de acesso ao transporte.

“Estamos vivendo uma mudança estrutural na bilhetagem. O que antes era um cartão físico começa a se transformar em uma conta digital, e o que antes era uma etapa específica de pagamento passa a estar integrado à jornada do passageiro. A tecnologia precisa fazer cada vez mais coisas por trás da catraca para que, ao usuário, a experiência fique cada vez mais simples”, afirma Bruno Berezin, CEO da Autopass.

Em menos de seis meses, a aproximação avançou pelos trilhos de São Paulo

Em abril de 2026, o pagamento por aproximação com cartão bancário passou a estar disponível nas 97 estações da rede ferroviária paulista. No primeiro mês, foram registradas mais de 700 mil transações com cartões de débito e crédito. Em setembro, o EMV foi expandido para todas as linhas e estações do metrô e já contabiliza mais de 14,5 milhões de transações nos trilhos.

Para quem embarca, a mudança é direta: em vez de providenciar uma recarga específica de transporte, basta aproximar um cartão bancário ou dispositivo compatível. Para o sistema, ela representa a incorporação às catracas de um meio de pagamento que já faz parte de outras situações do dia a dia.

O bilhete começa a deixar o cartão físico

A transformação não se limita à forma de pagar. No modelo de Account-Based Ticketing (ABT), informações da passagem ficam vinculadas a uma conta digital, e não necessariamente armazenadas em um cartão de transporte. Isso permite que diferentes meios de acesso sejam associados à jornada do usuário.

No Jaé, no Rio de Janeiro, a Carteira Digital baseada em ABT permite gerar um QR Code dinâmico no celular para embarcar sem cartão físico. Desde a implantação do sistema, o Jaé já emitiu mais de 338 mil QR Codes dinâmicos. No TOP, a Carteira Digital também vincula a passagem à conta do usuário. A integração com o Google Wallet acrescenta outra possibilidade de usar o celular no acesso ao transporte, com o novo aplicativo TOP, lançado em junho deste ano.

Os exemplos não significam que todos os passageiros deixarão de usar cartões. Mostram que o cartão físico já não precisa ser a única forma de guardar e apresentar uma passagem.

O Pix elimina a recarga antes do embarque

No Jaé, o Pix passou a ser aceito diretamente no validador. O passageiro pode pagar a tarifa no momento do embarque, sem precisar carregar previamente um cartão físico. A solução já ultrapassou 6 milhões de transações. A diferença está menos no gesto de pagar e mais na etapa que deixa de existir: o passageiro não precisa verificar antes da viagem se tem saldo de transporte disponível.

Mais simples na catraca, mais sofisticado por trás dela

A mesma infraestrutura que amplia as opções de embarque também gera informações para a operação dos sistemas. Dados de uso e ferramentas de monitoramento podem ajudar a identificar padrões incompatíveis com determinados benefícios e apontar irregularidades para análise. É uma aplicação da tecnologia que vai além da conveniência: ela busca melhorar os controles e contribuir para a proteção dos recursos destinados ao transporte.

Para o passageiro, porém, o objetivo é o oposto da complexidade. Cartão de transporte, cartão bancário, Pix, QR Code e celular podem coexistir como portas de entrada. “Ele não precisa saber se está usando ABT, EMV ou outra tecnologia. Ele só precisa saber que chegou, embarcou e seguiu viagem”, conclui Berezin.



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