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Busca por cupons ganha reforço da IA na Black Friday

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A Inteligência Artificial está transformando também a maneira como os brasileiros procuram cupons de desconto. Com a chegada da Black Friday, marcada para 27 de novembro, o ChatCupom ganha destaque como uma ferramenta brasileira desenvolvida para simplificar a busca por códigos promocionais das principais lojas do país.

Com uma proposta pioneira de busca de cupons baseada em IA, a plataforma foi criada para resolver um problema conhecido dos consumidores: a necessidade de pesquisar em diversos sites, consultar listas de códigos promocionais e testar cupons que muitas vezes já expiraram.

Diferentemente da experiência tradicional dos portais de descontos, o ChatCupom utiliza uma tecnologia própria que pesquisa diferentes fontes da internet e organiza os resultados por relevância, priorizando os códigos com maior potencial de utilização. O funcionamento é simples: o consumidor informa a loja em que pretende comprar e consulta os cupons encontrados. A ferramenta é totalmente gratuita e não exige que o usuário se cadastre.

Black Friday deve movimentar R$ 13,3 bilhões

Segundo projeção da Confi/Neotrust, em parceria com o E-Commerce Brasil, a Black Friday 2026 deve movimentar R$ 13,3 bilhões no comércio eletrônico brasileiro entre 26 e 29 de novembro, crescimento de 20,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é de 69,4 milhões de produtos vendidos.

O comportamento de compra também está mudando. Pesquisa da LWSA aponta que 54% dos consumidores pretendem aproveitar ofertas ao longo de novembro, enquanto apenas 20% planejam concentrar suas compras exclusivamente na sexta-feira da Black Friday.

Com promoções distribuídas durante todo o mês, cresce a importância de encontrar informações atualizadas. Muitos cupons possuem duração curta, quantidade limitada de utilizações ou condições específicas, podendo deixar de funcionar poucas horas após a divulgação.

“Durante novembro, as lojas liberam muitos cupons, mas parte deles fica disponível por pouco tempo. O consumidor precisa encontrar essas oportunidades rapidamente. Nossa tecnologia própria de busca, combinada com Inteligência Artificial e curadoria humana, foi desenvolvida justamente para simplificar esse processo”, explica Fernando Bunker, cofundador do ChatCupom.

Inteligência Artificial e curadoria humana

O diferencial do ChatCupom está na combinação de três elementos: tecnologia de busca proprietária, Inteligência Artificial e curadoria humana. Enquanto a tecnologia permite localizar e organizar informações de diferentes fontes, a curadoria humana complementa o processo, selecionando e priorizando as oportunidades mais relevantes para os consumidores.

A plataforma reúne cupons de grandes varejistas, como Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magazine Luiza, Samsung, Nike, Adidas e Netshoes, além de diversas outras lojas. “Não queremos ser apenas mais um site com centenas de códigos promocionais. Criamos o ChatCupom para fazer o trabalho de busca pelo consumidor. Em vez de abrir dez sites diferentes e testar vários códigos, ele encontra as oportunidades organizadas em um só lugar”, destaca Bunker.

A ferramenta também busca reduzir a frustração causada por cupons vencidos ou incompatíveis com determinadas compras. Embora a utilização dos códigos dependa das regras de cada varejista, o ChatCupom prioriza informações atualizadas e a relevância dos resultados.

Uma nova maneira de procurar descontos

Além da Black Friday, novembro reúne campanhas como o 11.11, realizado em 11 de novembro, e promoções antecipadas promovidas pelos principais marketplaces. Nesse cenário, o ChatCupom pretende se consolidar como uma ferramenta de consulta recorrente, ajudando os consumidores a encontrar cupons antes de finalizar suas compras.

A plataforma também possui grupos gratuitos de WhatsApp para divulgação de códigos promocionais, ampliando o acesso às oportunidades encontradas. “Queremos que o ChatCupom se torne o primeiro lugar que as pessoas consultam antes de comprar online. Nossa proposta é utilizar a tecnologia para economizar o tempo do consumidor e aumentar suas chances de encontrar um desconto”, conclui Bunker.

Com o posicionamento “Menos busca. Mais economia.”, o ChatCupom aposta na Inteligência Artificial para transformar a procura por cupons em uma experiência mais simples, rápida e acessível.

A ferramenta está disponível gratuitamente em www.chatcupom.com.



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Cartão físico de transporte cede lugar a Pix e celular

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O passageiro já usa o celular para comprar, fazer transferências e chamar um carro. No transporte público, porém, embarcar por muito tempo dependeu de uma etapa anterior: ter um cartão específico e lembrar que precisa carregá-lo. Essa lógica começa a mudar.

Cartões bancários por aproximação, Pix no momento do embarque e passagens vinculadas a contas digitais estão chegando às catracas. São tecnologias diferentes, mas apontam para a mesma transformação: a bilhetagem deixa de depender de um único cartão e passa a oferecer mais formas de acesso ao transporte.

“Estamos vivendo uma mudança estrutural na bilhetagem. O que antes era um cartão físico começa a se transformar em uma conta digital, e o que antes era uma etapa específica de pagamento passa a estar integrado à jornada do passageiro. A tecnologia precisa fazer cada vez mais coisas por trás da catraca para que, ao usuário, a experiência fique cada vez mais simples”, afirma Bruno Berezin, CEO da Autopass.

Em menos de seis meses, a aproximação avançou pelos trilhos de São Paulo

Em abril de 2026, o pagamento por aproximação com cartão bancário passou a estar disponível nas 97 estações da rede ferroviária paulista. No primeiro mês, foram registradas mais de 700 mil transações com cartões de débito e crédito. Em setembro, o EMV foi expandido para todas as linhas e estações do metrô e já contabiliza mais de 14,5 milhões de transações nos trilhos.

Para quem embarca, a mudança é direta: em vez de providenciar uma recarga específica de transporte, basta aproximar um cartão bancário ou dispositivo compatível. Para o sistema, ela representa a incorporação às catracas de um meio de pagamento que já faz parte de outras situações do dia a dia.

O bilhete começa a deixar o cartão físico

A transformação não se limita à forma de pagar. No modelo de Account-Based Ticketing (ABT), informações da passagem ficam vinculadas a uma conta digital, e não necessariamente armazenadas em um cartão de transporte. Isso permite que diferentes meios de acesso sejam associados à jornada do usuário.

No Jaé, no Rio de Janeiro, a Carteira Digital baseada em ABT permite gerar um QR Code dinâmico no celular para embarcar sem cartão físico. Desde a implantação do sistema, o Jaé já emitiu mais de 338 mil QR Codes dinâmicos. No TOP, a Carteira Digital também vincula a passagem à conta do usuário. A integração com o Google Wallet acrescenta outra possibilidade de usar o celular no acesso ao transporte, com o novo aplicativo TOP, lançado em junho deste ano.

Os exemplos não significam que todos os passageiros deixarão de usar cartões. Mostram que o cartão físico já não precisa ser a única forma de guardar e apresentar uma passagem.

O Pix elimina a recarga antes do embarque

No Jaé, o Pix passou a ser aceito diretamente no validador. O passageiro pode pagar a tarifa no momento do embarque, sem precisar carregar previamente um cartão físico. A solução já ultrapassou 6 milhões de transações. A diferença está menos no gesto de pagar e mais na etapa que deixa de existir: o passageiro não precisa verificar antes da viagem se tem saldo de transporte disponível.

Mais simples na catraca, mais sofisticado por trás dela

A mesma infraestrutura que amplia as opções de embarque também gera informações para a operação dos sistemas. Dados de uso e ferramentas de monitoramento podem ajudar a identificar padrões incompatíveis com determinados benefícios e apontar irregularidades para análise. É uma aplicação da tecnologia que vai além da conveniência: ela busca melhorar os controles e contribuir para a proteção dos recursos destinados ao transporte.

Para o passageiro, porém, o objetivo é o oposto da complexidade. Cartão de transporte, cartão bancário, Pix, QR Code e celular podem coexistir como portas de entrada. “Ele não precisa saber se está usando ABT, EMV ou outra tecnologia. Ele só precisa saber que chegou, embarcou e seguiu viagem”, conclui Berezin.



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