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PREVENÇÃO DO AVC

No Dia Mundial de Combate ao AVC, Dr. Giovani Mendes palestra e defende ampliação do atendimento especializado em Mato Grosso

“Precisamos avançar na construção de políticas públicas que priorizem a prevenção, o diagnóstico rápido e o tratamento imediato.“

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Saúde

No Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), celebrado em 29 de outubro, o neurocirurgião Dr. Giovani Mendes participou de um encontro voltado à conscientização, prevenção e discussão de políticas públicas para fortalecer o enfrentamento da doença em Mato Grosso.

Durante sua participação, Giovani ministrou palestra e destacou a importância do diagnóstico rápido, da agilidade no atendimento e, principalmente, da implantação de mecanismos eficientes na rede pública de saúde que possibilitem o início precoce do tratamento. Segundo ele, o tempo é um fator determinante para salvar vidas, reduzir sequelas e evitar óbitos entre pacientes acometidos pelo AVC.

Com quase três décadas de experiência na neurocirurgia, Dr. Giovani Mendes tem construído uma trajetória de destaque na área, especialmente pela atuação no atendimento a pacientes vítimas de doenças cerebrovasculares.

Um dos pontos enfatizados pelo médico foi a experiência positiva do programa SOS AVC, do qual participou da criação e implementação. A iniciativa já teria contribuído para salvar mais de 4 mil vidas em Cuiabá, demonstrando a importância de uma estrutura organizada, com protocolos de atendimento, equipes capacitadas e rapidez na identificação dos casos.

Para Giovani, o sucesso do programa precisa servir de referência para a ampliação desse modelo de assistência em Mato Grosso, especialmente nos municípios considerados polos regionais, garantindo que pacientes de diferentes regiões tenham acesso a um atendimento especializado e em tempo oportuno.

“Precisamos avançar na construção de políticas públicas que priorizem a prevenção, o diagnóstico rápido e o tratamento imediato. No AVC, cada minuto faz diferença. Quanto mais rápido o paciente recebe atendimento adequado, maiores são as chances de sobrevivência e de recuperação, com menos sequelas”, destacou.

A participação de Dr. Giovani Mendes reforça a necessidade de colocar o combate ao AVC entre as prioridades da saúde pública estadual, ampliando o acesso à informação, investindo na capacitação dos profissionais e descentralizando os serviços especializados.

Mais do que conscientizar sobre os riscos da doença, o desafio é transformar conhecimento e experiência em políticas públicas capazes de salvar vidas em todas as regiões de Mato Grosso.

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Saúde

“Comparar HMC e Hospital Central é desconhecimento ou má intenção”, diz Dr. Giovani Mendes

Neurocirurgião, que atende nas duas unidades, diz os hospitais desempenham funções diferentes e complementares

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O neurocirurgião e pré-candidato a deputado federal Dr. Giovani Mendes afirmou que a comparação entre o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e o Hospital Central de Alta Complexidade, administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, é equivocada por ignorar as diferentes funções desempenhadas por cada unidade dentro da rede pública de saúde.

O médico, que atende nas duas unidades, explica que os dois hospitais foram estruturados para atender demandas distintas e complementares do Sistema Único de Saúde (SUS), razão pela qual, na sua avaliação, não faz sentido colocá-los em disputa ou tentar estabelecer qual deles seria “melhor”.

“Comparar o HMC com o Hospital Central não faz o menor sentido. É burrice. São hospitais com perfis assistenciais diferentes, competências diferentes e objetivos diferentes. Quem conhece minimamente o funcionamento da rede pública de saúde sabe disso”, afirmou.

Dr. Giovani Mendes explica que o HMC desempenha um papel estratégico no atendimento de urgência e emergência, absorvendo um grande volume de pacientes vítimas de traumas, acidentes e outras situações que exigem resposta imediata, enquanto o Hospital Central foi concebido para ampliar a oferta de procedimentos de alta complexidade e tratamentos altamente especializados para pacientes regulados de todo o Estado.

Para o neurocirurgião, colocar as duas unidades em comparação demonstra desconhecimento sobre a organização do SUS ou, em alguns casos, má-fé no debate público.

“Quando alguém insiste em comparar dois hospitais que exercem funções completamente diferentes, existem duas possibilidades: ou desconhece como funciona a assistência pública em saúde ou age de forma deliberada para distorcer a realidade. Em alguns casos é desinformação; em outros, infelizmente, pode ser burrice ou ter outras intenções”, declarou.

Ele acrescenta que o fortalecimento da saúde pública depende justamente da atuação integrada dos hospitais, e não da tentativa de criar uma falsa disputa entre estruturas que se complementam.

“O paciente não ganha nada com essa polarização. O que fortalece o SUS é ter uma rede organizada, em que cada hospital cumpra sua missão. O HMC continuará sendo fundamental para os atendimentos de urgência e emergência, enquanto o Hospital Central amplia a capacidade do Estado em procedimentos de alta complexidade. Um não substitui o outro; eles se complementam”, concluiu.

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