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Congresso se aproxima do recesso sem votar PEC 6×1 e PL da Misoginia

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O Congresso Nacional se aproxima do recesso parlamentar, previsto para começar neste sábado (18) , sem concluir a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais.

Aprovada na Câmara dos Deputados , em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado , Davi Alcolumbre (União-AP).

O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre.

Misoginia

Na Câmara dos Deputados, a expectativa é para se votar o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres . O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo.

A assessoria da relatora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), informou à Agência Brasil que “tudo está encaminhado” para o PL entrar na pauta na quarta-feira (15).

Porém, o texto não foi incluído na previsão de votações da semana . A pauta de votações, contudo, pode sofrer alterações e a proposta pode ainda ser incluída na pauta de última hora.

A urgência do PL que criminaliza a misoginia foi aprovada na Câmara no dia 1º de julho por 293 votos favoráveis e 158 contrários. No Senado o texto foi aprovado, por unanimidade, em março .

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ao reconhecer que a criminalização da misoginia divide o plenário, pediu que as bancadas recebam a relatora Tabata Amaral para construção de um “texto de consenso”.

“[Com a urgência sendo aprovada] nós vamos, ao lado das lideranças, com muita cautela, com muito respeito, construir o melhor texto possível.”, disse Motta.

A urgência ao projeto foi rejeitada pelos partidos Novo, Missão e o Partido Liberal (PL) que encaminharam contra a votação. A líder do PL Júlia Zanatta (PL-SC), argumenta que o tema não está maduro para votação. “Há várias divergências”, disse.

MP do Frete

Outro tema que pode ficar de fora da pauta do Senado desta semana é a Medida Provisória (MP) 1.343, de 2026 , editada pelo governo federal e que altera a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviários de Cargas .

A MP perde a validade na quinta-feira (16). Mesmo assim, não foi incluída na pauta de votações pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A MP foi aprovada na Câmara no dia 17 de junho.

Inicialmente, o texto do governo federal busca fortalecer a fiscalização para cumprimento do pagamento do piso mínimo do frete dos caminhoneiros, além de prever a aplicação de multas de até R$ 1 milhão contra empresas que contratem motoristas autônomos por valores abaixo da tabela mínima do frete.

Na Câmara, o texto sofreu alterações pelo relator Zé Trovão (PL-SC), que incluiu no texto uma anistia das multas dos caminhoneiros que fecharam rodovias em 2022 .

Trovão ainda incluiu anistia para multas aplicadas contra quem descumpriu o pagamento do frete mínimo, instituída pela Lei 13.703, de 2018 .

Câmara

A pauta de votações do plenário da Câmara na última semana antes do recesso parlamentar prevê a análise de 19 projetos, medidas provisórias e requerimento de urgência.

Entre as MP, destacam-se as que abrem créditos extraordinários para os ministérios do Desenvolvimento Agrário; da Integração e do Desenvolvimento Regional; de Minas e Energia, e do Meio Ambiente .

Entre os projetos da pauta, estão o que autoriza a instalação de câmeras de reconhecimento facial nas estações ferroviárias e rodoviárias, no interior dos vagões das composições, em vias públicas e repartições públicas ( PL 1.828, de 2023 ), assim como o projeto que prevê a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de quem abandonar animais na rua.

Senado

No Senado, a pauta do plenário prevê a análise de medidas provisórias, entre elas a MP 1.344, de 2026 que abre crédito de R$ 10 bilhões no orçamento para subsidiar parte do preço do diesel em função da guerra no Oriente Médio.

A MP 1.342, de 2026 também foi pautada no Senado com previsão de R$ 1,3 bilhão para ações emergenciais nos municípios de Minas Gerais atingidos pelas chuvas .



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Dr. Giovani Mendes ganha força e desponta na disputa por uma vaga na Câmara Federal

Com mais de 20 anos dedicados ao SUS, médico amplia presença nos bairros e conquista novos apoios em Mato Grosso.

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O médico neurocirurgião e candidato a deputado federal Dr. Giovani Mendes vem ganhando força na corrida eleitoral em Mato Grosso. A presença constante nos bairros, comunidades e municípios do Estado tem aproximado o candidato da população e ampliado sua rede de apoiadores.

Com uma trajetória de mais de 20 anos dedicada à saúde pública, especialmente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), Giovani tem levado para as ruas uma experiência que, segundo ele, nasceu dentro dos próprios hospitais e unidades de atendimento.

Durante as visitas e encontros, o candidato tem sido recebido por famílias, lideranças e ex-pacientes, muitos deles compartilhando testemunhos sobre sua atuação como médico. A relação construída ao longo dos anos tem se transformado em apoio político durante a campanha.

A estratégia de Giovani tem sido apostar no contato direto com a população e apresentar sua experiência na saúde como um dos principais diferenciais para ocupar uma cadeira na Câmara Federal.

“Estou preparado para representar Mato Grosso na Câmara Federal por sentir na pele diariamente as necessidades da saúde.”

O discurso tem encontrado receptividade principalmente entre pessoas que enfrentam diariamente as dificuldades do sistema público de saúde. Para seus apoiadores, a candidatura representa a possibilidade de levar para Brasília alguém que conhece de perto os desafios enfrentados por pacientes e profissionais.

Em uma eleição marcada pela disputa por espaço e pela busca de votos em todas as regiões do Estado, Giovani Mendes tenta transformar sua experiência profissional, sua presença nas comunidades e os apoios conquistados em uma votação suficiente para chegar à Câmara dos Deputados.

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