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Polícia Civil prende três acusado de crimes sexuais contra menores em Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu três ordens judiciais contra dois homens e uma mulher acusados do crime de estupro de vulnerável. As prisões, embora todas efetuadas em decorrência de investigações no município de Peixoto de Azevedo, estão ligadas a casos distintos.

As diligências resultaram na localização de dois condenados definitivos e na captura de um foragido no Estado do Maranhão.

Em uma das autuações realizadas na tarde de quarta-feira (14), os policiais da Delegacia de Peixoto de Azevedo deram cumprimento a um mandado de prisão definitiva contra um homem, de 51 anos,  condenado pelo crime de estupro de vulnerável.

Após o trabalho investigativo, a equipe o localizou em seu ambiente de trabalho no município. Ao receber voz de prisão e ser informado sobre a ordem judicial vigente, ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional.

Em uma segunda ação autônoma, conduzida no mesmo dia, a Polícia Civil prendeu uma mulher, de 43 anos, também condenada pelo crime de estupro de vulnerável.

As diligências contaram com o suporte do setor de inteligência da Polícia Federal, que auxiliou no levantamento de informações sobre o paradeiro da foragida. De posse do mandado, os policiais civis efetuaram a prisão da condenada em sua residência, no bairro Nova Esperança, em Peixoto de Azevedo. A condenação prevê o cumprimento de pena em regime fechado.

A terceira prisão, referente a um homem de 51 anos, é fruto de uma investigação iniciada em 2024, que resultou na expedição de um mandado de prisão preventiva pelo abuso de dois menores, de cinco e nove anos de idade.

O investigado havia fugido por uma área de mata logo após a instauração dos procedimentos policiais e permaneceu foragido até ser localizado no Estado do Maranhão. A captura foi efetuada pelas forças de segurança da 8ª Delegacia Regional de Zé Doca (MA), mediante troca de informações em uma ação integrada com a Polícia Civil de Mato Grosso.

A Polícia Civil ressalta que a atuação firme e detalhada na instrução dos procedimentos é fundamental para combater crimes contra crianças e adolescentes e garantir a responsabilização dos autores perante a Justiça.



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Polícia Civil MT contribui para identificação de 5 brasileiros foragidos na Bolívia

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A integração entre a Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, a Polícia Civil de São Paulo e a Polícia Boliviana resultou na identificação de cinco brasileiros foragidos da Justiça que estavam escondidos na Bolívia.

Os brasileiros foram identificados após serem presos em flagrante por policiais bolivianos em uma residência na cidade de Santa Cruz de la Sierra.

As diligências investigativas tiveram início após o recebimento de denúncias. Durante as verificações, os policiais realizaram a abordagem de cinco suspeitos no imóvel.

Entre os detidos estão um jovem de 23 anos, natural de Santa Catarina; outro de 23 anos, natural de São Paulo; um terceiro de 25 anos, também de Santa Catarina; um homem de 38 anos, natural de São Paulo; e um quinto suspeito, de 26 anos, natural do Maranhão.

Após as prisões em flagrante, a equipe de inteligência boliviana acionou a Polícia Civil de Mato Grosso. Com base nos dados repassados pelo Núcleo de Inteligência da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, foi possível confirmar que os cinco detidos eram brasileiros com mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça brasileira.

Conforme o delegado da Polinter, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, o Núcleo de Inteligência vem intensificando a cooperação com as forças de segurança de países vizinhos para localizar e capturar brasileiros foragidos da Justiça.

“Essa parceria estratégica, realizada ao longo de 2026, permitiu identificar diversos integrantes de facções criminosas escondidos na Bolívia. Quase todos os alvos mapeados possuem mandados de prisão em aberto no Brasil por crimes graves, como homicídio, tráfico de drogas, roubo e organização criminosa”, destacou o delegado Fernando Vasco Spinelli Pigozzi.



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