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Polícia Civil prende líder de esquema de furto de gado em Dom Aquino

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A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (7.10), um homem, de 50 anos, apontado como líder de um esquema de furto de 120 cabeças de gado na zona rural do município de Dom Aquino. A prisão, realizada pela Delegacia de Jaciara, é desdobramento da segunda fase da Operação Curral do Crime II, iniciada em agosto deste ano para investigar o furto de animais em propriedades da região.

Como o investigado não havia sido localizado no início da operação, não foi possível realizar sua prisão em flagrante na época. Contudo, o avanço das investigações reuniu provas consistentes de sua liderança no grupo, levando os policiais à localização do suspeito para o cumprimento da ordem judicial de prisão nessa quarta-feira.

As apurações apontam que propriedades vizinhas também foram saqueadas, com o auxílio de um vaqueiro, funcionário de uma das fazendas atingidas. O prejuízo gerado aos proprietários pelas ações criminosas é estimado em mais de R$ 400 mil.

Investigação e apreensão do rebanho

Quando deflagrada, a Operação Curral do Crime II apreendeu 120 cabeças de gado com indícios de serem furtadas de propriedades rurais situadas no município de Dom Aquino.

A ação foi realizada com base nas investigações conduzidas pela Delegacia de Jaciara para apurar ocorrências de subtração de animais bovinos ocorridos no mês de junho na região.

Durante as investigações os policiais identificaram uma propriedade rural utilizada como área de guarda, concentração e ocultação de gado proveniente de crimes contra o patrimônio.

Também foram identificados animais com marcas sobrepostas, remarcações e sinais aparentes de alteração na identificação. A ausência de documentação que comprovasse a procedência regular de todo o lote também reforçou os indícios de possível origem ilícita de parte do rebanho.

Operação integrada da Polícia Civil

Liderada pela Delegacia de Jaciara, a ação contou com o apoio essencial das delegacias de Dom Aquino e Juscimeira, demonstrando a força do trabalho integrado da Polícia Civil no combate qualificado aos crimes rurais na região.



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Polícia Civil de MT realizou mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano

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A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.

O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades. 

As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

 

Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.

“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.

Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.

A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.



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