Polícia
PM apreende 385 tabletes de drogas, causa prejuízo de mais de R$ 2 milhões às facções criminosas e prende suspeitos
Polícia
Policiais militares do 12º Comando Regional apreenderam, nesta terça-feira (20.10), 385 tabletes de entorpecentes diversos e prenderam dois homens, suspeitos de homicídios e tráfico ilícito de drogas, em Pontes e Lacerda. A apreensão causou um prejuízo de mais de R$ 2 milhões às facções criminosas.
Durante desdobramento da Operação Território Livre, os policiais militares localizaram duas casas utilizadas por integrantes de uma facção criminosa para guardar drogas e armas. Nos imóveis, foram apreendidos 385 tabletes de entorpecentes, sendo 338 de maconha, 40 de cloridrato de cocaína, seis de pasta base de cocaína e um de maconha do tipo dry.
As equipes também apreenderam duas pistolas calibre 9 milímetros, sendo uma Glock e uma Browning, além de 150 munições dos calibres 9 mm e .40. Além dos armamentos, foram encontradas três motocicletas que teriam sido utilizadas em homicídios no município, junto de ferramentas e utensílios que seriam empregados na adulteração das características dos veículos.
Os militares identificaram que os suspeitos teriam envolvimento com uma série de homicídios e com uma tentativa de chacina ocorrida no dia 3 de outubro. Além disso, um dos detidos possuía mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça do Estado de Goiás, pelo crime de roubo. Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pontes e Lacerda, juntamente com as drogas, armas, munições e veículos apreendidos, para o registro da ocorrência.
Participaram da ação equipes da Força Tática do 12º Comando Regional, do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e da Agência Regional de Inteligência (ARI).
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Polícia
Polícia Civil de MT realizou mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano
A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.
O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades.
As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.
Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.
A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.
“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.
Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.
Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.
A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.
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