Polícia
Força Tática apreende 2.131 cigarros eletrônicos e causa prejuízo de R$ 300 mil ao crime
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam três homens, com idades entre 20 e 22 anos, pelo crime de contrabando, na noite desta terça-feira (9.6), em Rondonópolis. Com a quadrilha, a PM apreendeu 2.131 cigarros eletrônicos, causando prejuízo estimado de R$ 300 mil ao crime.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes da Força Tática estavam em patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, pelo bairro Parati, e encontraram um homem em atitude suspeita na frente de uma residência. O homem correu para o interior do imóvel ao ver as viaturas militares.
Diante da situação, os policiais desembarcaram e fizeram diligências na área, identificando que dentro da residência haviam diversas caixas com produtos semelhantes a cigarros eletrônicos.
Em seguida, a equipe da PM entrou na casa e encontrou três homens, sendo um deles o suspeito que fugiu anteriormente. Nas buscas dentro da casa, foram localizados 2.131 unidades de cigarros eletrônicos, uma máquina de cartão de crédito e demais objetos referentes a comercialização dos produtos.
Questionados, os três suspeitos afirmaram que trabalhavam em um estabelecimento que fazia a venda dos produtos, porém se recusaram a informar a identidade de quem seria o proprietário do empreendimento.
Com o flagrante, os três suspeitos receberam voz de prisão pelo contrabando e venda dos cigarros eletrônicos, que são proibidas no Brasil, e foram conduzidos para a delegacia de Rondonópolis para registro da ocorrência e demais providências.
Polícia
Polícia Civil de MT realizou mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano
A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.
O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades.
As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.
Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.
A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.
“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.
Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.
Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.
A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.
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