Mato Grosso
Prefeitura intensifica limpeza e conservação de praças e parques em sete pontos de Cuiabá
Mato Grosso
Praças, parques e áreas verdes de Cuiabá receberam ações de conservação das equipes da Prefeitura nesta quinta-feira (8). O trabalho contemplou diferentes pontos da Capital e teve como foco manter os espaços adequados para o lazer, a convivência e a prática de atividades ao ar livre, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb).
A ação contemplou a Praça Ilza Terezinha, a Praça do Pedra 90 e a Quadra do Ganha Tempo, além dos parques da Família, da Nascente, das Águas e Tia Nair. As equipes atuam na manutenção e conservação desses espaços, que fazem parte da rotina de lazer de moradores de diferentes regiões.
Mais do que intervenções pontuais, o trabalho de conservação permite que esses locais continuem sendo utilizados pela população ao longo do ano. A manutenção das áreas verdes, dos espaços de convivência e das estruturas de uso coletivo contribui para preservar os equipamentos públicos e manter os ambientes disponíveis para atividades de lazer.
O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou que a conservação desses espaços integra uma rotina permanente de cuidados com os locais utilizados pela população.
“Cuidar das praças e dos parques é cuidar dos espaços onde a população se encontra, pratica atividades físicas, leva as crianças e aproveita momentos de lazer. Nosso trabalho é manter esses locais em boas condições para que continuem cumprindo essa função no dia a dia”, disse.
A distribuição das equipes em diferentes regiões também permite atender espaços com características distintas, desde pequenas praças de bairro até parques municipais de maior circulação. A atuação é organizada de acordo com a programação operacional da Limpurb.
Locais contemplados na programação:
- Praça Ilza Terezinha
- Praça do Pedra 90
- Quadra do Ganha Tempo
- Parque da Família
- Parque da Nascente
- Parque das Águas
- Parque Tia Nair
Mato Grosso
Lembranças e saudades marcam Dia de Finados em Brasília
Gorete Nascimento, de 71 anos, saiu de casa hoje antes das 7h para cumprir o ritual que faz há 32 anos. Ela mora em Cidade Ocidental, município goiano que fica a 47 quilômetros de Brasília, onde parte da família foi enterrada, no Cemitério Campo da Esperança. Veio trazendo flores e produtos de limpeza para deixar o mármore da lápide branquinho.
Ao mostrar as fotos dos pais e das três irmãs que foram sepultadas no local, ela vai contando a história de cada um. Ao chegar na última, diz que a irmã fará 86 anos no próximo dia 6 de novembro. Com verbo no futuro mesmo. É que ela não conseguiu se despedir direito de Angelita, que faleceu no início da pandemia.
“Venho aqui sempre no dia de finados e também no aniversário de cada um porque sinto muita saudade deles. E para homenagear minha irmã, que também nunca deixava de vir aqui nessa data”, explicou.
A área onde a família de Gorete foi enterrada é antiga e tem túmulos altos, cada um de um jeito. Já os sogros de Neusa Maria Nora estão na ala nova, onde só é permitido colocar uma pequena placa com o nome e a foto dos mortos junto a um candelabro para velas. Ela diz que rezou por eles. Depois, se sentou em um banco na sombra e ficou observando.
“Eu gosto de vir aqui e me lembrar que rico ou pobre, todos vamos terminar no mesmo lugar. Acho que as pessoas deveriam vir mais ao cemitério”, disse.
Marcelo Oliveira também trouxe flores para o pai. Ele diz que vem muitas vezes ao ano ao cemitério. É uma forma de parar e deixar as lembranças virem. Hoje, trouxe a mãe e a irmã. O irmão mais velho não conseguiu.
“Ele nunca vem, diz que não consegue, fica muito emocionado”, explicou.
Tradição secular
A tradição do Dia de Finados chegou ao Brasil junto com os portugueses católicos. A origem da data é atribuída ao monge beneditino Odilo de Cluny, da Abadia de Cluny, na França, que teria determinado, no ano 998, que todos os fiéis rezassem pelas almas dos falecidos em 2 de novembro, um dia depois da Festa de Todos os Santos.
Apesar da origem católica, a data também é lembrada por cristãos protestantes e praticantes de religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda, que fazem rituais entre os dias 1º e 2 de novembro em homenagens aos ancestrais.
A data, porém, só foi oficializada como feriado nacional em dezembro de 2002 por meio da Lei 10.607/2002, de autoria da então deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
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