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MÉDICO DO POVO

Médico do povo, Dr. Giovani Mendes percorre bairros e visita famílias de pacientes recebendo apoio espontâneo

Neurocirurgião intensifica agenda de visitas e reuniões políticas de olho em uma vaga na Câmara Federal

Publicado em

Mato Grosso

O médico e neurocirurgião Dr. Giovani Mendes tem intensificado a agenda política nesta fase de preparação para a disputa eleitoral rumo à Câmara Federal. Sem nunca ter ocupado cargo público, o médico vem percorrendo bairros e visitando pacientes e familiares que fazem questão de recebê-lo e declarar apoio ao seu novo projeto político.

Os encontros, segundo o candidato, acontecem a convite de pacientes e familiares que acompanham sua trajetória profissional e acreditam que sua experiência dentro do sistema de saúde pode contribuir para uma atuação diferente no Congresso Nacional.

Além das visitas, Dr. Giovani Mendes mantém uma agenda considerada apertada, dividida entre reuniões com lideranças políticas, encontros comunitários e conversas diretamente com a população.

A experiência adquirida ao longo dos anos na medicina, especialmente na área de neurocirurgia, é apontada por ele como uma das principais motivações para ingressar na vida pública.

“Eu conheço de perto a realidade de quem precisa do SUS. Muitas vezes, o paciente não está pedindo luxo, está pedindo apenas o direito de ser atendido com dignidade.”, afirma.

Dr. Giovani decidiu colocar seu nome à disposição da população após vivenciar diariamente as dificuldades enfrentadas por pacientes e profissionais dentro do sistema de saúde de Mato Grosso. Para ele, a indignação diante de problemas de gestão, administração e aplicação dos recursos públicos foi determinante para a decisão de disputar uma vaga na Câmara Federal.

Na avaliação do médico, a população acaba sofrendo diretamente quando os recursos destinados à saúde não são administrados de maneira eficiente.

“Não basta colocar dinheiro no sistema. É preciso gestão, fiscalização e responsabilidade para que o recurso público realmente chegue a quem precisa.”, defende.

A proposta de Dr. Giovani Mendes é levar para a política uma experiência construída dentro dos hospitais e consultórios, buscando defender um Sistema Único de Saúde mais eficiente e, principalmente, mais digno para pacientes e profissionais.

Com a campanha ganhando intensidade, o médico aposta no contato direto com a população como uma das principais estratégias para apresentar seu projeto e construir uma rede de apoio em Mato Grosso.

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Mato Grosso

Lembranças e saudades marcam Dia de Finados em Brasília

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Gorete Nascimento, de 71 anos, saiu de casa hoje antes das 7h para cumprir o ritual que faz há 32 anos. Ela mora em Cidade Ocidental, município goiano que fica a 47 quilômetros de Brasília, onde parte da família foi enterrada, no Cemitério Campo da Esperança. Veio trazendo flores e produtos de limpeza para deixar o mármore da lápide branquinho.

Ao mostrar as fotos dos pais e das três irmãs que foram sepultadas no local, ela vai contando a história de cada um. Ao chegar na última, diz que a irmã fará 86 anos no próximo dia 6 de novembro. Com verbo no futuro mesmo. É que ela não conseguiu se despedir direito de Angelita, que faleceu no início da pandemia.

“Venho aqui sempre no dia de finados e também no aniversário de cada um porque sinto muita saudade deles. E para homenagear minha irmã, que também nunca deixava de vir aqui nessa data”, explicou.

A área onde a família de Gorete foi enterrada é antiga e tem túmulos altos, cada um de um jeito. Já os sogros de Neusa Maria Nora estão na ala nova, onde só é permitido colocar uma pequena placa com o nome e a foto dos mortos junto a um candelabro para velas. Ela diz que rezou por eles. Depois, se sentou em um banco na sombra e ficou observando.

“Eu gosto de vir aqui e me lembrar que rico ou pobre, todos vamos terminar no mesmo lugar. Acho que as pessoas deveriam vir mais ao cemitério”, disse.

Marcelo Oliveira também trouxe flores para o pai. Ele diz que vem muitas vezes ao ano ao cemitério. É uma forma de parar e deixar as lembranças virem. Hoje, trouxe a mãe e a irmã. O irmão mais velho não conseguiu.

“Ele nunca vem, diz que não consegue, fica muito emocionado”, explicou.

Tradição secular

A tradição do Dia de Finados chegou ao Brasil junto com os portugueses católicos. A origem da data é atribuída ao monge beneditino Odilo de Cluny, da Abadia de Cluny, na França, que teria determinado, no ano 998, que todos os fiéis rezassem pelas almas dos falecidos em 2 de novembro, um dia depois da Festa de Todos os Santos.

Apesar da origem católica, a data também é lembrada por cristãos protestantes e praticantes de religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda, que fazem rituais entre os dias 1º e 2 de novembro em homenagens aos ancestrais.

A data, porém, só foi oficializada como feriado nacional em dezembro de 2002 por meio da Lei 10.607/2002, de autoria da então deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).



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