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EXPERIÊNCIA ESTRATÉGICA

Jornalista Leandro Manduca se destaca nos bastidores da política de Mato Grosso

Com 23 anos de atuação, profissional reúne experiência em gestão pública e política e ganha protagonismo na condução de projetos eleitorais

Publicado em

Mato Grosso

O jornalista Leandro Manduca vem ganhando destaque no cenário político de Mato Grosso pela atuação estratégica na assessoria pessoal, política e direta de seus assessorados. Com uma trajetória construída ao longo de 23 anos de serviços prestados à gestão pública e à política, Manduca se consolidou como um profissional conhecido pela capacidade de articulação, planejamento e condução de projetos.

Ao longo da carreira, o jornalista ocupou cargos de relevância no cenário municipal, atravessando diferentes gestões e mantendo sua atuação profissional independentemente das mudanças no comando político. Essa experiência, segundo pessoas que acompanham seu trabalho, tornou-se um dos principais diferenciais na forma como conduz suas atividades.

Manduca atua diretamente na construção de estratégias, organização de agendas e acompanhamento de projetos políticos, buscando apresentar aos seus assessorados uma condução mais organizada, preparada e coesa.

Atualmente, o jornalista é assessor direto do candidato a deputado federal Dr. Giovani Mendes, do PL, e vem se destacando na condução do projeto eleitoral do candidato. A atuação envolve o acompanhamento da agenda política, organização estratégica e presença próxima nas ações desenvolvidas durante a caminhada eleitoral.

A experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas permite a Manduca conhecer de perto os bastidores da política, compreender diferentes cenários e atuar na construção de estratégias capazes de aproximar projetos políticos da população.

Mais do que estar nos bastidores, Leandro Manduca tem buscado imprimir sua própria marca profissional: planejamento, experiência e estratégia.

Em um cenário político cada vez mais competitivo, a experiência de quem conhece os caminhos da gestão pública e da política pode fazer diferença. E é justamente nesse espaço que Manduca vem construindo seu protagonismo.

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Mato Grosso

Lembranças e saudades marcam Dia de Finados em Brasília

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Gorete Nascimento, de 71 anos, saiu de casa hoje antes das 7h para cumprir o ritual que faz há 32 anos. Ela mora em Cidade Ocidental, município goiano que fica a 47 quilômetros de Brasília, onde parte da família foi enterrada, no Cemitério Campo da Esperança. Veio trazendo flores e produtos de limpeza para deixar o mármore da lápide branquinho.

Ao mostrar as fotos dos pais e das três irmãs que foram sepultadas no local, ela vai contando a história de cada um. Ao chegar na última, diz que a irmã fará 86 anos no próximo dia 6 de novembro. Com verbo no futuro mesmo. É que ela não conseguiu se despedir direito de Angelita, que faleceu no início da pandemia.

“Venho aqui sempre no dia de finados e também no aniversário de cada um porque sinto muita saudade deles. E para homenagear minha irmã, que também nunca deixava de vir aqui nessa data”, explicou.

A área onde a família de Gorete foi enterrada é antiga e tem túmulos altos, cada um de um jeito. Já os sogros de Neusa Maria Nora estão na ala nova, onde só é permitido colocar uma pequena placa com o nome e a foto dos mortos junto a um candelabro para velas. Ela diz que rezou por eles. Depois, se sentou em um banco na sombra e ficou observando.

“Eu gosto de vir aqui e me lembrar que rico ou pobre, todos vamos terminar no mesmo lugar. Acho que as pessoas deveriam vir mais ao cemitério”, disse.

Marcelo Oliveira também trouxe flores para o pai. Ele diz que vem muitas vezes ao ano ao cemitério. É uma forma de parar e deixar as lembranças virem. Hoje, trouxe a mãe e a irmã. O irmão mais velho não conseguiu.

“Ele nunca vem, diz que não consegue, fica muito emocionado”, explicou.

Tradição secular

A tradição do Dia de Finados chegou ao Brasil junto com os portugueses católicos. A origem da data é atribuída ao monge beneditino Odilo de Cluny, da Abadia de Cluny, na França, que teria determinado, no ano 998, que todos os fiéis rezassem pelas almas dos falecidos em 2 de novembro, um dia depois da Festa de Todos os Santos.

Apesar da origem católica, a data também é lembrada por cristãos protestantes e praticantes de religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda, que fazem rituais entre os dias 1º e 2 de novembro em homenagens aos ancestrais.

A data, porém, só foi oficializada como feriado nacional em dezembro de 2002 por meio da Lei 10.607/2002, de autoria da então deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).



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