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EDUCAÇÃO

Dr. Giovani Mendes defende educação em tempo integral como ferramenta de transformação

Neurocirurgião e pré-candidato a deputado federal aponta ampliação da jornada escolar como estratégia para fortalecer aprendizagem, oportunidades e desenvolvimento dos estudantes

Publicado em

Mato Grosso

A educação em tempo integral está entre as propostas defendidas pelo neurocirurgião Dr. Giovani Mendes, que coloca a ampliação da jornada escolar como uma das estratégias para transformar a realidade de crianças e adolescentes e ampliar as oportunidades por meio da educação.

Na avaliação apresentada por Giovani Mendes, a escola em tempo integral deve ir além da ampliação do número de horas dentro da unidade escolar. A proposta envolve oferecer aos estudantes atividades pedagógicas, esportivas, culturais, tecnológicas e de formação cidadã, criando mais oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento.

A política de educação integral também está entre as prioridades atuais do Ministério da Educação. De acordo com o MEC, a jornada em tempo integral considera a permanência do estudante na escola ou em atividades escolares por, no mínimo, sete horas diárias ou 35 horas semanais.

“Educação é transformação. Quando conseguimos manter nossas crianças e adolescentes em um ambiente de aprendizagem, esporte, cultura e conhecimento, estamos ampliando oportunidades e ajudando a construir um futuro diferente”, defende Giovani Mendes.

Mais tempo, mais oportunidades

A proposta também acompanha uma expansão da educação em tempo integral no país. Dados do Censo Escolar 2025 divulgados pelo Inep mostram que o percentual de matrículas presenciais em tempo integral na rede pública chegou a 25,8%, ante 15,1% em 2021.

Em Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Educação mantém uma política de escolas de tempo integral, com matriz curricular que combina a formação da Base Nacional Comum Curricular com uma parte diversificada.

Para Giovani Mendes, a expansão precisa estar acompanhada de investimentos em infraestrutura, valorização dos profissionais da educação, alimentação adequada, tecnologia e atividades que estimulem diferentes habilidades dos estudantes.

A própria política nacional de educação integral prevê que a jornada ampliada esteja associada ao desenvolvimento integral dos alunos, contemplando aspectos cognitivos, físicos, emocionais, sociais, culturais e éticos.

Educação como política de futuro

Ao defender a educação em tempo integral, Dr. Giovani Mendes afirma que o objetivo é discutir políticas públicas capazes de produzir resultados de longo prazo e reduzir desigualdades de oportunidades.

Para o médico, investir na formação das novas gerações significa também investir no desenvolvimento econômico e social do país.

“Não podemos pensar apenas na escola de hoje. Precisamos pensar no cidadão que queremos formar para o Brasil de amanhã. Uma educação de qualidade pode abrir portas, transformar famílias e mudar histórias”, afirma.

A proposta de ampliar a educação em tempo integral se insere, portanto, em um debate nacional sobre a expansão da jornada escolar e a necessidade de garantir que o aumento do tempo na escola venha acompanhado de qualidade, infraestrutura, profissionais preparados e uma proposta pedagógica capaz de atender às diferentes necessidades dos estudantes.

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Mato Grosso

Neurocirurgião defende construção de hospitais e descentralização da saúde em Mato Grosso

Dr. Giovani Mendes afirma que experiência de mais de duas décadas no SUS reforça a necessidade de ampliar a estrutura hospitalar e levar atendimento especializado para diferentes regiões do Estado.

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O médico neurocirurgião Dr. Giovani Mendes vem colocando a saúde pública entre os principais temas de sua atuação política em Mato Grosso. Entre as propostas apresentadas pelo médico estão a ampliação da estrutura hospitalar, a descentralização dos serviços de saúde e o fortalecimento do atendimento especializado nas diferentes regiões do Estado.

A defesa da regionalização está alinhada a uma diretriz já prevista na organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, a regionalização busca organizar os serviços de forma integrada, aproximando a assistência da população e reduzindo desigualdades no acesso, especialmente em municípios que não possuem estrutura para oferecer serviços de maior complexidade.

Para Giovani, a construção e manutenção de hospitais regionais deve estar acompanhada de planejamento, equipamentos, profissionais qualificados e recursos suficientes para que as unidades possam efetivamente atender às demandas da população.

Com mais de duas décadas de dedicação à medicina e atuação no atendimento pelo SUS, o neurocirurgião afirma que o problema da saúde pública não está apenas no volume de recursos, mas também na forma como esses recursos são administrados.

“O sistema de saúde tem recursos, mas precisamos de gestão, responsabilidade com o dinheiro público e aplicação eficaz para que os recursos cheguem realmente na ponta, onde está o paciente”, defende Giovani.

Na avaliação apresentada pelo médico, Mato Grosso precisa ampliar a capacidade de atendimento fora dos grandes centros, evitando que pacientes tenham de percorrer longas distâncias em busca de consultas, exames e procedimentos especializados.

A proposta de descentralização também envolve a valorização dos profissionais de saúde, a manutenção da estrutura física das unidades e a oferta de condições adequadas de trabalho.

“Para melhorar a saúde em Mato Grosso, precisamos de representantes que vivenciem diariamente a realidade da saúde e entendam as necessidades dos profissionais e dos pacientes. É preciso cuidar da estrutura dos hospitais e, principalmente, garantir que os recursos sejam aplicados corretamente”, afirma.

Além da saúde pública, Giovani também apresenta propostas relacionadas à educação em tempo integral e à criação de políticas públicas voltadas às pessoas neurodivergentes e seus familiares. A pauta de atenção às famílias de pessoas neurodivergentes já aparece entre as propostas públicas apresentadas pelo médico durante a campanha.

A discussão sobre descentralização ganha relevância dentro do próprio modelo do SUS. O Ministério da Saúde define a regionalização como eixo estruturante da descentralização das ações e serviços de saúde, com o objetivo de organizar redes de atendimento e melhorar o acesso da população aos diferentes níveis de complexidade.

Para Giovani Mendes, transformar essa diretriz em ações concretas significa ampliar a estrutura hospitalar, fortalecer as regiões do Estado e garantir que o cidadão tenha acesso a um atendimento de qualidade sem precisar, sempre que possível, deixar sua cidade ou região em busca de assistência especializada.

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