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Várzea Grande

Vereadora Gisa Barros verifica funcionamento do Centro de Zoonoses após denúncias — Câmara Municipal

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Várzea Grande

A vereadora Gisa Barros realizou uma fiscalização no Centro de Zoonoses de Várzea Grande após receber denúncias de moradores sobre um possível fechamento da unidade. Segundo relatos encaminhados ao gabinete, o portão do local permanecia fechado há vários dias, o que gerou dúvidas sobre a continuidade dos atendimentos.

Durante a visita, a parlamentar buscou esclarecimentos junto à equipe responsável pela unidade e verificou a situação relatada pela população. De acordo com as informações repassadas pelos servidores, os serviços seguem sendo prestados normalmente, apesar de o portão permanecer fechado.

Conforme explicado pela equipe do Centro de Zoonoses, a medida foi adotada devido à presença de dois cavalos recolhidos pelo órgão, que ainda aguardam a retirada por seus proprietários. A ação visa garantir a segurança dos animais e das pessoas que circulam pelo local.

Preocupada com a falta de informação à população, Gisa Barros solicitou que seja instalado um aviso informando que os atendimentos continuam funcionando regularmente. A responsável pela unidade informou que a providência será adotada para evitar novos transtornos e dúvidas por parte dos moradores.

A fiscalização integra o trabalho permanente desenvolvido pela parlamentar junto aos órgãos públicos municipais, acompanhando demandas da comunidade e contribuindo para a melhoria da comunicação entre os serviços públicos e a população.

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Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara

Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).

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A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.

A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.

A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.

De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.

Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.

Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.

Reconhecimento e respeito às mães atípicas

A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.

Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.

O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.

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