Várzea Grande
Câmara destaca avanço com Delegacia da mulher 24h em Várzea Grande — Câmara Municipal
Várzea Grande
A implantação da Delegacia de Defesa da Mulher e Vulneráveis 24 horas em Várzea Grande representa um importante avanço para a segurança pública e para o fortalecimento da rede de proteção às mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade no município.
A inauguração da unidade está marcada para esta quarta-feira (06), às 20h, na Avenida Senador Filinto Müller, nº 2225, no Centro-Norte de Várzea Grande, ao lado da Caixa Econômica Federal.
Essa demanda, aguardada há anos pela população, amplia o acesso ao atendimento especializado, garantindo suporte contínuo, acolhimento e maior agilidade em ocorrências envolvendo violência doméstica, ameaças e demais crimes relacionados à proteção da mulher e de grupos vulneráveis.
Essa foi uma das bandeiras defendidas pela vereadora Gisa Barros, que, ao longo dos anos, realizou cobranças, acompanhamentos e manifestações em defesa da implantação da unidade no município. Na tribuna, Gisa Barros destacou diversas vezes a importância de um atendimento humanizado e disponível 24 horas para atender mulheres em situação de risco.
“Essa é uma conquista muito importante para Várzea Grande. Foram anos de luta, pedidos e dedicação para que nossa cidade pudesse contar com uma Delegacia da Mulher funcionando 24 horas. Hoje vemos esse avanço se tornar realidade para garantir mais proteção, acolhimento e segurança para as mulheres e pessoas vulneráveis”, destacou a vereadora Gisa Barros.
Com a nova estrutura, a expectativa é que o município fortaleça as políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência, oferecendo mais segurança, acolhimento e assistência à população.
Além do atendimento especializado, a Delegacia da Mulher e Vulneráveis 24 horas busca garantir maior proteção às vítimas, reforçando a atuação das forças de segurança e dos órgãos de apoio social no município.
A implantação da unidade é considerada um passo importante para Várzea Grande, especialmente no fortalecimento das ações de combate à violência contra a mulher e na construção de uma sociedade mais segura e humanizada.
Várzea Grande
Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara
Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).
A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.
A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.
A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.
De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.
Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.
Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.
Reconhecimento e respeito às mães atípicas
A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.
Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.
O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.
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