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ELEIÇÕES 2028

Articulações para 2028 ganham força e movimentam bastidores políticos de Várzea Grande

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Várzea Grande

Mesmo faltando mais de dois anos para as eleições municipais de 2028, os bastidores da política de Várzea Grande já começam a registrar intensas movimentações. Lideranças políticas e empresariais iniciam conversas e articulações visando a disputa pelo comando do Paço Couto Magalhães.

Embora o grupo ainda não tenha um nome definido, a intenção é unir forças para construir um projeto competitivo para a próxima eleição municipal. Entre os nomes que aparecem nas articulações estão o vereador Wanderley Cerqueira, Samir Japonês,Igor Cunha e o empresário Flávio da Frical. Com apoio de Tião de Zaeli

Nos bastidores, a avaliação é de que o protagonismo de cada um dependerá do desempenho nas pesquisas de opinião e da capacidade de ampliar alianças políticas ao longo dos próximos meses. O grupo busca consolidar uma alternativa para a disputa pela Prefeitura de Várzea Grande, em um cenário que promete ser bastante movimentado.

Apesar de as conversas ainda ocorrerem de forma preliminar, as articulações sinalizam que a corrida eleitoral de 2028 já começou nos bastidores da Cidade Industrial.

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Várzea Grande

Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara

Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).

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A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.

A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.

A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.

De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.

Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.

Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.

Reconhecimento e respeito às mães atípicas

A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.

Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.

O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.

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