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SOLIDARIEDADE

1ª Boutique Solidária da vereadora Rosy Prado acontece neste sábado em Várzea Grande

“Juntos, com solidariedade e amor ao próximo, construímos uma sociedade mais justa e humana. Quando a solidariedade fala mais alto, a esperança vence as dificuldades.” Rosy Prado

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Várzea Grande

A solidariedade será a grande protagonista neste sábado (11), em Várzea Grande. A vereadora Rosy Prado promove a 1ª Boutique Solidária, ação beneficente que acontecerá das 8h às 17h, na Associação Caminhando para Mais um Sonho (ACAMIS), localizada na Avenida A (Residencial Cabo Michel), nº 130-182, no bairro Jardim dos Estados.

A boutique contará com roupas, calçados, acessórios e diversos outros produtos arrecadados por meio de doações de familiares, amigos e da comunidade. Os itens serão comercializados por valores populares, entre R$ 5 e R$ 30, permitindo que a população adquira produtos de qualidade e, ao mesmo tempo, contribua com uma causa social.

Segundo a vereadora Rosy Prado, a iniciativa tem superado as expectativas. Em menos de 15 dias de mobilização, a campanha recebeu grande apoio da sociedade, que abraçou o projeto com inúmeras doações.

“Está sendo uma experiência incrível. Em poucos dias percebemos o quanto as pessoas querem ajudar. A solidariedade une a comunidade e fortalece o trabalho das instituições que fazem a diferença na vida de tantas famílias”, destacou a parlamentar.

Rosy explica que o objetivo é levar a Boutique Solidária para diferentes entidades assistenciais do município. Além de arrecadar recursos, a proposta busca aproximar a população dessas instituições, permitindo que conheçam de perto os serviços desenvolvidos e valorizem o trabalho social realizado.

Toda a renda obtida com a venda dos produtos será destinada integralmente à entidade anfitriã. Nesta primeira edição, os recursos arrecadados serão revertidos para a ACAMIS, contribuindo com a manutenção das atividades e projetos desenvolvidos pela instituição em benefício da comunidade.

A expectativa é reunir um grande número de visitantes durante todo o dia, fortalecendo a corrente de solidariedade e incentivando novas ações sociais em Várzea Grande.

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Várzea Grande

Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara

Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).

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A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.

A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.

A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.

De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.

Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.

Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.

Reconhecimento e respeito às mães atípicas

A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.

Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.

O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.

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