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Rondonópolis

Rondonópolis adota novo método para monitorar e combater o Aedes aegypti

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Rondonópolis

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Vigilância Epidemiológica, aderiu a um novo método de controle e manejo do vetor Aedes aegypti, que passa a ser utilizado junto a todas as ações que são desenvolvidas para o combate ao mosquito.

O novo método, chamado ovitrampa, faz parte de um programa do Ministério da Saúde (MS) que o Município de Rondonópolis aderiu. Ele consiste na instalação de armadilhas utilizadas para monitorar a presença e a densidade populacional do mosquito (vetor da dengue, zika e chikungunya).

As armadilhas simulam um criadouro, atraindo as fêmeas para depositar seus ovos. A primeira região a receber a novidade possui uma área com aproximadamente 20 mil imóveis, indo do Monte Líbano até a região do Carlos Bezerra. O local foi escolhido após um levantamento das regiões com maior índice de infestação pelo mosquito nos últimos 5 anos.

Foto – Marcos Miraglia

Segundo a responsável pela Vigilância Epidemiológica, Vânia Scapini, após a instalação da armadilha, o agente de endemias passa, cinco dias depois, e faz o recolhimento. Em laboratório, é realizada a contagem dos ovos e, com isso, é possível identificar o risco para aquela região.

“Essas armadilhas, além de eliminar ovos do ambiente, são importantes para ajudar a direcionar as ações da Secretaria de Saúde. Sabendo como está o índice de infestação, podemos atuar de forma pontual e garantir um maior controle”, explica Vânia.

Mesmo fora do período chuvoso, o novo método já apontou pontos que merecem a atenção do Município, e as ações de combate ao mosquito estão sendo reforçadas. “Lembramos que a população deve continuar fazendo sua parte durante todo o ano”, reforça Vânia.

O novo método é chamado de ovitrampa. Foto – Marcos Miraglia

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Rondonópolis

Codipi aprova concessão de incentivos fiscais para investimentos de R$ 4,77 bilhões

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Integrantes do Conselho Diretor da Política de Desenvolvimento Industrial de Rondonópolis (CODIPI) se reuniram nesta quinta-feira (29) e decidiram. por unanimidade, conceder incentivos fiscais para a Inpasa e também a Cofco. Os investimentos das duas indústrias no Município para construção e ampliação das plantas fabris chegam a R$ 4,7 bilhões.

A secretária de Fazenda do Município, Rane Curto, apresentou aos conselheiros  as propostas de incentivo fiscal para a nova biorrefinaria de etanol de milho da Inpasa e também para ampliação da fábrica da Cofco, que terá a capacidade de esmagamento de soja aumentada de 4.500 para 9.500 toneladas por dia.

De acordo com o projeto aprovado pelo Coidipi, atualmente presidido pelo secretário do governo do Município, Mykaell Vitorino, o incentivo reduz o ISSQN apenas sobre os serviços de construção, por 24 meses, a uma carga efetiva de 0,8%, e isenta as duas empresas de taxas municipais por 10 anos (Inpasa) e 5 anos (Cofco). Em contrapartida, as empresas apresentam plano de negócios, abrem seus documentos fiscais ao Município e são acompanhadas semestralmente pelo Codipi e pela Secretaria de Fazenda.

Representante da classe empresarial favorável à concessão

Segundo estudo técnico da Secretaria, o aumento da participação de Rondonópolis no ICMS, decorrente da nova produção industrial, deve somar cerca de R$ 80 milhões entre 2029 e 2032, acima dos R$ 60 milhões estimados de renúncia de ISSQN. “O incentivo é desenhado para atrair o investimento e ser compensado por ele”, afirma a secretária Rane Curto.

Também foram a favor da aprovação dos incentivos para a Inpasa e a Cofco o secretário de desenvolvimento econômico, Wesley Lopes, o procurador do Município, Vilmar Paranhos, além de vereadores e empresários integrantes do Conselho.

Com a aprovação, agora será elaborado um termo de compromisso de cada empresa com o Município.

Vereador Renan Dourado também concordou com a concessão de incentivos.

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