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Rondonópolis

Município gasta cerca de 4,5 milhões em quase um ano com limpeza de bolsões de lixo

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Rondonópolis

Uma prática criminosa tem onerado o orçamento de Rondonópolis. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap), o Município gastou cerca de R$ 4,5 milhões, em onze meses, na limpeza dos bolsões de lixo e no descarte correto do material no aterro sanitário.

O custo alto chama a atenção para um problema, gerado pela população, que acaba reduzindo a qualidade de vida dos próprios moradores dessas regiões onde estão sendo deixados os resíduos como móveis usados, eletrodomésticos inutilizados, restos de construção, podas de árvores entre outros materiais inservíveis.

Esses bolsões surgem em diversas regiões da cidade e são gerados pela própria população. Para manter a cidade limpa e organizada, o secretário de Meio Ambiente Álvaro Fachim, explica que atualmente o Município fez um mapeamento desses lugares para fazer o acompanhamento e acabar com essa prática mantendo os locais limpos.

Toda a operação, que integra a retirada dos materiais, limpeza do local, transporte dos resíduos e descarte correto no aterro sanitário de todo volume coletado, executada entre julho de 2025 e junho de 2026, custou cerca de R$ 4,5 milhões para a Prefeitura. “Todo esse gasto poderia ser evitado caso a população utilizasse os Ecopontos para o descarte adequado dos materiais”, lembrou o secretário.

Rondonópolis conta hoje com quatro Ecopontos, sendo no Residencial Paiaguás, Vila Paulista, Rodovia do Peixe e Vila Operária. Após uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira os locais agora funcionam da 06h até 18h, todos os dias, inclusive nos finais de semana. Podem ser descartados nos Ecopontos: móveis e eletrodomésticos em geral (cama, guarda roupa, sofá, geladeira, fogão); podas de galhos; restos de concreto, entulho no geral, gesso; plástico, papelão, metal, sucata, equipamentos eletrônicos, etc.

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Rondonópolis

Codipi aprova concessão de incentivos fiscais para investimentos de R$ 4,77 bilhões

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Integrantes do Conselho Diretor da Política de Desenvolvimento Industrial de Rondonópolis (CODIPI) se reuniram nesta quinta-feira (29) e decidiram. por unanimidade, conceder incentivos fiscais para a Inpasa e também a Cofco. Os investimentos das duas indústrias no Município para construção e ampliação das plantas fabris chegam a R$ 4,7 bilhões.

A secretária de Fazenda do Município, Rane Curto, apresentou aos conselheiros  as propostas de incentivo fiscal para a nova biorrefinaria de etanol de milho da Inpasa e também para ampliação da fábrica da Cofco, que terá a capacidade de esmagamento de soja aumentada de 4.500 para 9.500 toneladas por dia.

De acordo com o projeto aprovado pelo Coidipi, atualmente presidido pelo secretário do governo do Município, Mykaell Vitorino, o incentivo reduz o ISSQN apenas sobre os serviços de construção, por 24 meses, a uma carga efetiva de 0,8%, e isenta as duas empresas de taxas municipais por 10 anos (Inpasa) e 5 anos (Cofco). Em contrapartida, as empresas apresentam plano de negócios, abrem seus documentos fiscais ao Município e são acompanhadas semestralmente pelo Codipi e pela Secretaria de Fazenda.

Representante da classe empresarial favorável à concessão

Segundo estudo técnico da Secretaria, o aumento da participação de Rondonópolis no ICMS, decorrente da nova produção industrial, deve somar cerca de R$ 80 milhões entre 2029 e 2032, acima dos R$ 60 milhões estimados de renúncia de ISSQN. “O incentivo é desenhado para atrair o investimento e ser compensado por ele”, afirma a secretária Rane Curto.

Também foram a favor da aprovação dos incentivos para a Inpasa e a Cofco o secretário de desenvolvimento econômico, Wesley Lopes, o procurador do Município, Vilmar Paranhos, além de vereadores e empresários integrantes do Conselho.

Com a aprovação, agora será elaborado um termo de compromisso de cada empresa com o Município.

Vereador Renan Dourado também concordou com a concessão de incentivos.

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