Mato Grosso
Cuiabá reforça limpeza noturna trabalhadores em ruas, avenidas e praças
Mato Grosso
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), mantém equipes de limpeza urbana atuando também durante o período noturno para ampliar a cobertura dos serviços e garantir maior agilidade na manutenção dos espaços públicos da Capital.
Atualmente, 78 colaboradores integram as equipes que trabalham à noite, entre motoristas, agentes de conservação e agentes de limpeza. Os profissionais são distribuídos em diferentes frentes de trabalho, conforme a necessidade operacional e os pontos prioritários identificados pela Limpurb.
Entre os serviços realizados no período estão a roçagem de avenidas e canteiros, varrição, limpeza de áreas públicas, lavagem de praças e de locais com grande circulação de pessoas, além do recolhimento dos resíduos gerados durante a execução das atividades.
A atuação durante a noite também permite que determinados serviços sejam realizados com menor interferência no trânsito e na movimentação da população, especialmente em áreas de maior fluxo. O trabalho contribui ainda para dar continuidade às ações executadas pelas equipes durante o dia.
As frentes de serviço são definidas de acordo com o planejamento operacional da Limpurb e as demandas de diferentes regiões de Cuiabá. Dessa forma, a atuação em horários distintos amplia a capacidade de atendimento e garante a continuidade dos serviços de zeladoria ao longo do dia.
A manutenção das equipes no período noturno faz parte da estratégia da Prefeitura de Cuiabá para manter os espaços públicos limpos e conservados, reforçando as ações de zeladoria urbana em toda a cidade.
Mato Grosso
Lembranças e saudades marcam Dia de Finados em Brasília
Gorete Nascimento, de 71 anos, saiu de casa hoje antes das 7h para cumprir o ritual que faz há 32 anos. Ela mora em Cidade Ocidental, município goiano que fica a 47 quilômetros de Brasília, onde parte da família foi enterrada, no Cemitério Campo da Esperança. Veio trazendo flores e produtos de limpeza para deixar o mármore da lápide branquinho.
Ao mostrar as fotos dos pais e das três irmãs que foram sepultadas no local, ela vai contando a história de cada um. Ao chegar na última, diz que a irmã fará 86 anos no próximo dia 6 de novembro. Com verbo no futuro mesmo. É que ela não conseguiu se despedir direito de Angelita, que faleceu no início da pandemia.
“Venho aqui sempre no dia de finados e também no aniversário de cada um porque sinto muita saudade deles. E para homenagear minha irmã, que também nunca deixava de vir aqui nessa data”, explicou.
A área onde a família de Gorete foi enterrada é antiga e tem túmulos altos, cada um de um jeito. Já os sogros de Neusa Maria Nora estão na ala nova, onde só é permitido colocar uma pequena placa com o nome e a foto dos mortos junto a um candelabro para velas. Ela diz que rezou por eles. Depois, se sentou em um banco na sombra e ficou observando.
“Eu gosto de vir aqui e me lembrar que rico ou pobre, todos vamos terminar no mesmo lugar. Acho que as pessoas deveriam vir mais ao cemitério”, disse.
Marcelo Oliveira também trouxe flores para o pai. Ele diz que vem muitas vezes ao ano ao cemitério. É uma forma de parar e deixar as lembranças virem. Hoje, trouxe a mãe e a irmã. O irmão mais velho não conseguiu.
“Ele nunca vem, diz que não consegue, fica muito emocionado”, explicou.
Tradição secular
A tradição do Dia de Finados chegou ao Brasil junto com os portugueses católicos. A origem da data é atribuída ao monge beneditino Odilo de Cluny, da Abadia de Cluny, na França, que teria determinado, no ano 998, que todos os fiéis rezassem pelas almas dos falecidos em 2 de novembro, um dia depois da Festa de Todos os Santos.
Apesar da origem católica, a data também é lembrada por cristãos protestantes e praticantes de religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda, que fazem rituais entre os dias 1º e 2 de novembro em homenagens aos ancestrais.
A data, porém, só foi oficializada como feriado nacional em dezembro de 2002 por meio da Lei 10.607/2002, de autoria da então deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
-
Várzea Grande3 dias atrásProjeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara
-
Entretenimento3 dias atrásFundación Reintegra Vence o F1® Allwyn Global Community Award no México por Transformar a Reintegração Social dos Jovens
-
Cuiabá6 dias atrásFeijoada do Alaketu terá piseiro, forró e atrações culturais em Cuiabá
-
Várzea Grande6 dias atrásCarlinhos defende criação de condomínio público e gratuito para idosos em Várzea Grande
-
Polícia7 dias atrásPolícia Militar prende homem por violência doméstica e apreende arma de fogo em residência
-
Economia3 dias atrásRegispel lança marketing sensorial de cereja no Royal
-
Mato Grosso7 dias atrásWilson Santos propõe dispositivos de localização para ampliar a segurança de autistas em MT
-
Política7 dias atrásPosse de Lula será em 5 de janeiro