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Galibert cobra DAE: moradores de Várzea Grande enfrentam até 5 dias sem água e exigem solução
Várzea Grande
Durante pronunciamento na sessão ordinária, o vereador Galibert cobrou providências urgentes da presidência do DAE Departamento de Água e Esgoto e da Secretaria de Obras de Várzea Grande diante das crescentes reclamações da população.
O principal foco da cobrança é a piora drástica no abastecimento de água em diversos bairros do município, como Mapim, Jardim dos Estados, Nair Sacre, Celestino Henrique e Parque Atlântico. Segundo o parlamentar, o intervalo de fornecimento que já era de três em três dias foi ampliado para cinco dias ou mais sem uma gota de água nas torneiras.
“Se o morador paga a conta de água, ele tem que ter água em casa para ser usada”, pontuou Galibert, destacando a indignação das famílias que cumprem com suas obrigações financeiras, mas sofrem com a falta do serviço essencial.
O vereador alertou para a urgência da situação com a chegada do período de estiagem, quando a demanda e o consumo aumentam naturalmente. Por isso, cobrou que o DAE elabore e cumpra uma programação eficiente para reduzir os dias intercalados de abastecimento e atender às comunidades afetadas.
Além da crise hídrica, Galibert cobrou o secretário de Obras para que cumpra os compromissos assumidos recentemente com os moradores do Parque Atlântico. A promessa era de iniciar operação de recapeamento, asfaltamento e tapa buracos na região, mas a situação atual das vias continua dificultando e comprometendo a trafegabilidade de veículos e pedestres.
O vereador informou que seguirá acompanhando as demandas e pretende protocolar ofícios dirigidos ao DAE e à Secretaria de Obras, além de intensificar fiscalizações de campo para monitorar o restabelecimento do abastecimento e o andamento das obras prometidas.
Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande
Várzea Grande
Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara
Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).
A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.
A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.
A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.
De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.
Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.
Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.
Reconhecimento e respeito às mães atípicas
A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.
Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.
O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.
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