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EMPREENDEDORISMO

BAR DA LÚ: MAIS QUE HISTÓRIA, UMA TRAJETÓRIA DE LUTA, GARRA E SUCESSO

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Várzea Grande

Há mais de duas décadas, o Bar da Lú faz parte da história de Várzea Grande e se consolidou como um dos principais pontos de encontro da cidade. Mais do que um estabelecimento comercial, o espaço representa uma trajetória marcada por luta, dedicação e muito trabalho, tornando-se referência em entretenimento, gastronomia e convivência.

Reconhecido pela cerveja sempre gelada, pelo atendimento acolhedor e pelo ambiente familiar, o Bar da Lú conquistou a preferência dos clientes ao oferecer um cardápio diversificado, preparado para agradar todos os públicos. Entre as especialidades da casa, o tradicional disco de carne é um dos grandes destaques e considerado por muitos frequentadores como um dos melhores do Brasil.

Além da gastronomia, o espaço oferece música ao vivo, reunindo artistas e proporcionando momentos de lazer para famílias, grupos de amigos e visitantes que procuram diversão com qualidade em Várzea Grande.

À frente do empreendimento, a proprietária Luciana Andréa mantém viva a tradição iniciada por seu pai, preservando os valores que deram origem ao estabelecimento e investindo continuamente para oferecer um ambiente confortável, seguro e acolhedor.

“Nosso objetivo sempre foi receber cada cliente como um amigo, proporcionando momentos especiais para famílias e grupos de amigos. Dar continuidade ao sonho do meu pai é motivo de muito orgulho e responsabilidade”, destaca Luciana.

Com o lema “Quem é VIP passa por aqui”, o Bar da Lú segue escrevendo sua história e reforçando sua posição como uma das melhores opções de entretenimento de Várzea Grande, reunindo boa gastronomia, música de qualidade, excelente atendimento e um ambiente que faz os clientes voltarem sempre.

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Várzea Grande

Projeto de Carlos Figueiredo que cria Carteira de Identificação da Mãe Atípica será votado na próxima sessão da Câmara

Proposta busca reconhecer mães cuidadoras, evitar constrangimentos e facilitar o acesso a atendimentos e serviços prioritários. Votação está prevista para terça-feira (3 de novembro).

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A Câmara Municipal de Várzea Grande deverá votar, na próxima terça-feira (3 de novembro), durante sessão ordinária, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Martins de Figueiredo que institui a Carteira de Identificação da Mãe Atípica (CIMA) no município.

A proposta tem como objetivo reconhecer formalmente as mulheres que exercem a função de cuidadoras principais de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras condições que demandam cuidados permanentes ou contínuos.

A iniciativa busca dar maior visibilidade a uma realidade vivenciada diariamente por milhares de mulheres, que enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais na dedicação aos cuidados de seus filhos e familiares.

De acordo com a justificativa do projeto, muitas mães atípicas passam por situações de constrangimento ao buscar atendimento prioritário, utilizar filas preferenciais ou acessar serviços públicos e privados. A falta de um documento específico que comprove sua condição de cuidadoras principais pode gerar questionamentos e dificultar o reconhecimento de direitos já assegurados pela legislação.

Com a criação da CIMA, a proposta pretende oferecer um instrumento formal de identificação, contribuindo para um atendimento mais respeitoso, humanizado e inclusivo.

Outro aspecto destacado pelo parlamentar é que o projeto não cria despesas obrigatórias imediatas nem exige a implantação de novas estruturas administrativas. A execução dependerá de regulamentação pelo Poder Executivo e da disponibilidade orçamentária, respeitando os limites legais.

Reconhecimento e respeito às mães atípicas

A proposta representa a abertura de um importante debate sobre a necessidade de reconhecer institucionalmente as mulheres que assumem, muitas vezes em tempo integral, a responsabilidade pelos cuidados de pessoas que necessitam de acompanhamento contínuo.

Para além da identificação documental, a iniciativa busca combater situações de constrangimento, promover o respeito e contribuir para que essas mulheres tenham suas condições de cuidadoras reconhecidas pela sociedade e pelas instituições.

O projeto será submetido à apreciação dos vereadores na sessão ordinária de terça-feira, 3 de novembro, quando o Legislativo municipal deverá deliberar sobre a proposta.

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