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Polícia Civil prende mulher que recebeu transferência bancária feita durante assalto em Jangada

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Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (26.6), durante ação conjunta entre a Delegacia de Polícia de Rosário Oeste e a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, por envolvimento no recebimento de valores provenientes de um roubo ocorrido em uma propriedade rural no município de Jangada.

As investigações iniciaram após o registro de um assalto registrado na madrugada, em uma propriedade localizada na comunidade Tira Barro, zona rural de Jangada. Segundo informações, dois criminosos armados invadiram a residência, renderam o casal de moradores, que permaneceu sob o poder dos assaltantes por cerca de quatro horas.

Durante a ação criminosa, as vítimas foram agredidas e obrigadas a fornecer senhas bancárias, sendo coagidas a realizar transferências eletrônicas para contas indicadas pelos criminosos. Foram efetuadas uma TED no valor de R$ 20 mil para a conta de uma mulher, além de dois PIX, nos valores de R$ 15,5 mil e R$ 10,5 mil, para outro favorecido, totalizando R$ 46 mil em transferências. Os criminosos também roubaram uma caminhonete Mitsubishi L200, aparelhos celulares e documentos pessoais das vítimas.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da Delegacia de Rosário Oeste iniciou diligências investigativas para identificar os beneficiários das transferências bancárias. Com apoio da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, foi possível localizar e prender em flagrante a mulher que recebeu parte dos valores subtraídos durante o roubo.

A suspeita foi conduzida à delegacia, interrogada e autuada em flagrante pelo crime de roubo, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento para identificar e localizar os autores do roubo, bem como outros possíveis envolvidos na movimentação e ocultação dos valores obtidos com o crime.

A Polícia Civil reforça que o rápido compartilhamento de informações entre as unidades policiais foi fundamental para a identificação da receptadora e continuidade das investigações, que visam responsabilizar todos os integrantes da associação criminosa.



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Polícia Civil apreende três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro durante operação

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A Polícia Civil apreendeu três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro durante o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, na Operação Backchannel, em Cuiabá, realizada nesta terça-feira (7.7). As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias da Capital.

A operação faz parte de uma investigação conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apura o vazamento de informações sobre diligências policiais realizadas em um condomínio residencial da Capital.

No decorrer da investigação, a Polícia Civil constatou que, além do alvo inicial ligado à facção criminosa, havia o envolvimento de um morador do mesmo condomínio, bem como do vigilante e do ronda do residencial. Diante dos indícios levantados, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências de cada um deles, localizadas em diferentes bairros de Cuiabá.

Durante o adentramento tático no imóvel do alvo principal, nesta terça-feira (7.7), os policiais visualizaram o investigado arremessando um aparelho celular para os fundos da residência, em aparente tentativa de ocultar o equipamento e dificultar a ação policial. Em seguida, a equipe diligenciou nos imóveis vizinhos e, com a colaboração dos moradores, localizou o aparelho celular.

Ao final das diligências, além do telefone, foram apreendidos três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro. E o alvo conduzido, em flagrante, conduzido até a delegacia para realização dos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

As equipes da GCCO e da Draco seguem com as investigações para combater as ações da facção criminosa, bem como concluir a identificação e a individualização da conduta de quem acessou, registrou, transmitiu ou utilizou as informações sigilosas.

Operação Backchannel

O nome Backchannel, que significa “canal paralelo”, faz referência à rede informal, oculta e clandestina de comunicação que teria sido utilizada para alertar investigados sobre diligências policiais.



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