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Meio Ambiente

Prefeitura troca mudas plantadas por figurinhas da Copa no domingo (21)

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Meio Ambiente

A Prefeitura de Cuiabá realiza neste domingo (21), às 8h, no Parque Tia Nair, o lançamento oficial da campanha Craques da Natureza: Plantou, Colou!. A proposta busca estimular a arborização urbana por meio da participação da população.

A ação integra a programação do mês dedicado ao meio ambiente e faz parte da meta estabelecida pela gestão municipal de ampliar a cobertura vegetal da capital. A expectativa é plantar cerca de 4 mil árvores ainda neste mês. 

A proposta busca estimular o envolvimento das famílias e das crianças nas ações de preservação ambiental, transformando o plantio de árvores em uma atividade educativa e atrativa. Como incentivo, empresas parceiras como o Supermercado Comper irão doar pacotes de figurinhas que serão entregues aos participantes dos mutirões. 

O projeto é coordenado em conjunto por secretarias municipais, pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano. Além do plantio, a iniciativa busca promover a conscientização sobre a preservação ambiental e incentivar a ocupação responsável dos espaços públicos.

Ao anunciar a campanha, o prefeito de Cuiabá,Abilio Brunini, destacou que a proposta foi pensada para aproximar as crianças das ações ambientais desenvolvidas pelo município e ampliar o envolvimento das famílias nos mutirões de arborização.

“Queremos transformar o plantio de árvores em uma atividade participativa e educativa. A ideia é envolver as famílias, incentivar as crianças e fortalecer o cuidado coletivo com a cidade”, disse. 

Após o lançamento no Parque Tia Nair, a Prefeitura pretende expandir a ação para outras regiões da capital. Entre os locais previstos para receber os próximos mutirões estão áreas como o Córrego do Barbado, o Parque das Águas e bairros que necessitam de reforço na arborização urbana.



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Meio Ambiente

Expandir o Turismo Sim. Mas com Consciência.

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Sou favorável à expansão do turismo na Chapada dos Guimarães. Trata-se de um dos maiores patrimônios naturais de Mato Grosso, capaz de gerar emprego, fortalecer a economia local e valorizar nossas riquezas ambientais e culturais.

Mas, junto com esse crescimento, surge uma pergunta que precisa ser feita: o que está sendo planejado para garantir que essa expansão aconteça de forma verdadeiramente sustentável?

Falar em turismo consciente vai muito além de divulgar as belezas da Chapada. Significa investir em educação ambiental, coleta seletiva, reciclagem, gestão adequada dos resíduos, proteção das nascentes e preservação do Cerrado, um dos biomas mais importantes do país.

Se o objetivo é atrair cada vez mais visitantes, é indispensável que o poder público apresente medidas concretas para minimizar os impactos ambientais desse aumento no fluxo turístico. Haverá ampliação da coleta seletiva? Serão instalados ecopontos nos principais atrativos? Existem projetos para reduzir o uso de plásticos descartáveis? Como moradores, empresários e turistas serão conscientizados sobre seu papel na preservação da Chapada?

Esses questionamentos não representam uma crítica ao desenvolvimento. Pelo contrário. Representam a preocupação de quem acredita que crescimento econômico e conservação ambiental devem caminhar lado a lado.

A sustentabilidade também precisa envolver a comunidade. Escolas, comerciantes, pousadas, restaurantes, guias de turismo e visitantes têm responsabilidade compartilhada na construção de uma cultura de preservação. Afinal, cuidar da Chapada não é apenas dever do poder público, mas de todos que vivem, trabalham ou visitam esse patrimônio natural.

Defender a expansão do turismo é defender um futuro em que desenvolvimento e preservação caminhem juntos. Afinal, o verdadeiro sucesso da Chapada dos Guimarães não será medido apenas pelo número de visitantes que recebe, mas pela capacidade de conservar sua beleza, suas águas e sua biodiversidade para as próximas gerações.

É essa reflexão que proponho: estamos preparados para receber mais turistas ou estamos apenas aumentando o fluxo de visitantes sem a mesma preocupação em preservar aquilo que faz da Chapada um lugar único?

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