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Deputado Dilmar Dal Bosco articula conquista dos retornos no Alto da Glória, em Sinop

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A conquista dos retornos na BR-163, na região do bairro Alto da Glória, em Sinop, representa mais do que uma adequação viária. Para os moradores, é a resposta a uma preocupação antiga, provocada pelas mudanças no tráfego durante as obras de duplicação e implantação das vias marginais no perímetro urbano. Com os desvios e novos acessos, famílias passaram a enfrentar longos deslocamentos para atravessar de um lado ao outro do bairro.

O deputado Dilmar Dal Bosco (União), que acompanhou a demanda desde as primeiras reclamações da comunidade, afirmou que a solução nasceu do diálogo direto com quem vive o problema todos os dias.

“Eu venho discutindo esse assunto há tempos com os moradores do Alto da Glória e com a Nova Rota Oeste. Não era uma reivindicação de gabinete, era uma necessidade real de quem mora ali, trabalha ali e precisa se deslocar com segurança”, destacou Dal Bosco.

A articulação envolveu moradores, lideranças comunitárias, o prefeito Roberto Dorner, Vereador Célio Garcia e representantes da Nova Rota Oeste. Segundo Dilmar, o entendimento avançou porque houve disposição técnica e política para ouvir a comunidade.

“O prefeito Roberto Dorner esteve junto nessa construção, assim como o Luciano Uchoa e o Roberto Madureira, da Nova Rota Oeste, que foram grandes parceiros. Quando cada um assume sua parte, a cidade ganha”, afirmou Dilmar.

A presidente do bairro Alto da Glória, Vitória Dias Moreira, reforçou que a conquista também carrega a marca da presença do deputado Dilmar Dal Bosco junto aos moradores.

“O deputado Dilmar procurou a comunidade, ouviu a nossa dificuldade e ajudou a levar essa demanda adiante. Esse retorno é uma vitória dos moradores, mas também é resultado de quem esteve junto, acompanhando e buscando solução”, disse Vitória.

Silvana Ferreira, moradora do bairro, destacou o sentimento de alívio após a apresentação do desenho do contorno previsto para atender a região.

“A gente quer agradecer ao deputado Dilmar Dal Bosco, que prontamente nos ajudou a resolver esse problema. Ele esteve junto com os moradores nessa luta, ao lado do prefeito Roberto Dorner, do Luciano Uchoa e do Roberto Madureira, da Nova Rota Oeste e, para nossa alegria, esse problema foi solucionado e a contento de todos”, afirmou.

A obra na BR-163 é fundamental para Sinop, mas, durante sua execução, exige ajustes para reduzir impactos na rotina da população. No caso do Alto da Glória, a construção dos retornos corrige uma dificuldade prática de mobilidade e devolve aos moradores uma condição mais segura e racional de acesso entre os dois lados do bairro.

Para o deputado Dilmar Dal Bosco, a conquista mostra que grandes obras precisam caminhar junto com a realidade das pessoas.

“A duplicação é importante para Sinop e para Mato Grosso, mas o desenvolvimento precisa respeitar quem mora nas margens dessa transformação. Essa vitória é dos moradores do Alto da Glória, que participaram, cobraram e ajudaram a construir a solução”, concluiu Dal Bosco.



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Lembranças e saudades marcam Dia de Finados em Brasília

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Gorete Nascimento, de 71 anos, saiu de casa hoje antes das 7h para cumprir o ritual que faz há 32 anos. Ela mora em Cidade Ocidental, município goiano que fica a 47 quilômetros de Brasília, onde parte da família foi enterrada, no Cemitério Campo da Esperança. Veio trazendo flores e produtos de limpeza para deixar o mármore da lápide branquinho.

Ao mostrar as fotos dos pais e das três irmãs que foram sepultadas no local, ela vai contando a história de cada um. Ao chegar na última, diz que a irmã fará 86 anos no próximo dia 6 de novembro. Com verbo no futuro mesmo. É que ela não conseguiu se despedir direito de Angelita, que faleceu no início da pandemia.

“Venho aqui sempre no dia de finados e também no aniversário de cada um porque sinto muita saudade deles. E para homenagear minha irmã, que também nunca deixava de vir aqui nessa data”, explicou.

A área onde a família de Gorete foi enterrada é antiga e tem túmulos altos, cada um de um jeito. Já os sogros de Neusa Maria Nora estão na ala nova, onde só é permitido colocar uma pequena placa com o nome e a foto dos mortos junto a um candelabro para velas. Ela diz que rezou por eles. Depois, se sentou em um banco na sombra e ficou observando.

“Eu gosto de vir aqui e me lembrar que rico ou pobre, todos vamos terminar no mesmo lugar. Acho que as pessoas deveriam vir mais ao cemitério”, disse.

Marcelo Oliveira também trouxe flores para o pai. Ele diz que vem muitas vezes ao ano ao cemitério. É uma forma de parar e deixar as lembranças virem. Hoje, trouxe a mãe e a irmã. O irmão mais velho não conseguiu.

“Ele nunca vem, diz que não consegue, fica muito emocionado”, explicou.

Tradição secular

A tradição do Dia de Finados chegou ao Brasil junto com os portugueses católicos. A origem da data é atribuída ao monge beneditino Odilo de Cluny, da Abadia de Cluny, na França, que teria determinado, no ano 998, que todos os fiéis rezassem pelas almas dos falecidos em 2 de novembro, um dia depois da Festa de Todos os Santos.

Apesar da origem católica, a data também é lembrada por cristãos protestantes e praticantes de religiões de matriz africana como o candomblé e a umbanda, que fazem rituais entre os dias 1º e 2 de novembro em homenagens aos ancestrais.

A data, porém, só foi oficializada como feriado nacional em dezembro de 2002 por meio da Lei 10.607/2002, de autoria da então deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).



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