Polícia
Polícia Civil apreende 3 adolescentes por homicídio e ocultação de cadáver em Tabaporã
Polícia
Três adolescentes foram apreendidos em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de quarta-feira (10.6), em Tabaporã, por atos infracionais análogos ao crime de ocultação de cadáver e integrar facção criminosa ultraviolenta.
Os menores, de 15, 16 e 17 anos, foram identificados durante investigação da Delegacia de Tabaporã para esclarecer o homicídio do jovem Everson da Rosa Teles, de 23 anos, desaparecido desde o dia 2 de junho. Os três envolvidos também responderão por homicídio.
Investigação
No decorrer das diligências os policiais civis apuraram que o crime ocorreu nas características do chamado “tribunal do crime”, prática que as facções criminosas utilizam para impor punições ilegais.
Conforme os indícios, os adolescentes atraíram a vítima mediante emboscada até uma residência, onde ela foi submetida a sessão de tortura e executada por meio de asfixia e estrangulamento com cordas e fios.
A morte do jovem foi decretada por determinação de líderes da facção que acompanhavam através de uma chamada de vídeo. Após o homicídio, os adolescentes envolveram o corpo da vítima em panos, colocaram no porta-malas de um veículo VW Gol e ocultaram em uma lavoura de milho.
Localização da vítima
Durante as investigações ininterruptas a equipe do Núcleo de inteligência da Delegacia de Tabaporã conseguiu localizar o corpo da vítima, na tarde de quarta-feira (10), em uma lavoura de milho situada a cerca de 20 quilômetros da cidade. A cadáver já estava em estado de decomposição.
A equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Sinop foi acionada para realizar os exames periciais no local.
Flagrante
Com base nos fatos apurados e evidências de autorias, os três adolescentes foram apreendidos pela Polícia Civil, e ouvidos pelo delegado Geremias Ferreira.
Em razão dos crimes de ocultação de cadáver (art. 211 do Código Penal) e integração em facção criminosa ultraviolenta (art. 3º, I, da Lei 15.358/2026), se tipificado como infração penal de natureza permanente, os menores foram apreendidos em flagrante delito.
“Considerando a extrema gravidade concreta dos fatos, a covardia da execução e a periculosidade evidenciada pelo vínculo faccionado, foi representado ao Juízo da Infância e Juventude pela internação provisória dos adolescentes”, completou o delegado.
A Polícia Civil destaca que as investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
Polícia
Polícia Civil apreende três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro durante operação
A Polícia Civil apreendeu três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro durante o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, na Operação Backchannel, em Cuiabá, realizada nesta terça-feira (7.7). As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias da Capital.
A operação faz parte de uma investigação conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apura o vazamento de informações sobre diligências policiais realizadas em um condomínio residencial da Capital.
No decorrer da investigação, a Polícia Civil constatou que, além do alvo inicial ligado à facção criminosa, havia o envolvimento de um morador do mesmo condomínio, bem como do vigilante e do ronda do residencial. Diante dos indícios levantados, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências de cada um deles, localizadas em diferentes bairros de Cuiabá.
Durante o adentramento tático no imóvel do alvo principal, nesta terça-feira (7.7), os policiais visualizaram o investigado arremessando um aparelho celular para os fundos da residência, em aparente tentativa de ocultar o equipamento e dificultar a ação policial. Em seguida, a equipe diligenciou nos imóveis vizinhos e, com a colaboração dos moradores, localizou o aparelho celular.
Ao final das diligências, além do telefone, foram apreendidos três veículos, joias e cerca de R$ 53 mil em dinheiro. E o alvo conduzido, em flagrante, conduzido até a delegacia para realização dos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.
As equipes da GCCO e da Draco seguem com as investigações para combater as ações da facção criminosa, bem como concluir a identificação e a individualização da conduta de quem acessou, registrou, transmitiu ou utilizou as informações sigilosas.
Operação Backchannel
O nome Backchannel, que significa “canal paralelo”, faz referência à rede informal, oculta e clandestina de comunicação que teria sido utilizada para alertar investigados sobre diligências policiais.
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