Polícia
Força Tática prende homem com arma de fogo e munições em Chapada dos Guimarães
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um homem, de 24 anos, por porte ilegal de arma de fogo, nesta sexta-feira (5.6), na região do Manso, em Chapada dos Guimarães. Além de uma pistola, os policiais apreenderam rádios comunicadores, celulares, R$ 5 mil em dinheiro e 150 Euros.
Durante patrulhamento tático, as equipes policiais receberam informações sobre disparos de arma de fogo vindos de uma região de condomínios de chácaras. Os militares iniciaram diligências e conseguiram, com ajuda de testemunhas, a localização da onde supostamente estavam ocorrendo os tiros.
Os policiais se deslocaram ao endereço informado e abordaram o suspeito. Questionado sobre a denúncia, o homem levou a equipe até o interior da residência e apresentou uma pistola de calibre .380 com 19 munições, que não possuía registro legal.
Também com o suspeito, foram localizadas duas porções de substância análoga à maconha, dois rádios comunicadores, quatro celulares e as quantias de R$ 5 mil em moeda nacional e 150 Euros.
Ainda na checagem ao homem, foi identificado que ele possui passagens policiais por crimes de associação para tráfico de drogas, porte ilegal de arma, sequestro e cárcere privado e lesão corporal.
Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Chapada dos Guimarães e entregue para a Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Polícia
Polícia Civil de MT realizou mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano
A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.
O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades.
As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.
Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.
A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.
“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.
Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.
Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.
A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.
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